Aguarde...
GenocídioCorte da Guatemala anula sentença contra Ríos Montt
BolíviaÉ sancionada lei que permite Morales disputar 3ª reeleição
DiplomaciaObama se reúne com presidente chinês em junho nos EUA
Projeto de leiCasamento gay volta a ser discutido no parlamento britânico
CapadóciaTrês brasileiras morrem em acidente de balão na Turquia
DiplomaciaObama encontrará presidente da China em junho na Califórnia
Dentro do chavismoGravação sobre suposta conspiração contra Maduro é divulgada
AlascaCorte dos EUA rejeita caso ligado a aquecimento global
Por telefoneObama mostra ao Líbano preocupação sobre Hezbollah na Síria
Jihad Islâmica também antecipou que romperá sua trégua de fato com Israel se algum dos prisioneiros em greve de fome morrer
Jerusalém - Pelo menos dez dos 1,6 mil presos palestinos em greve de fome nas prisões israelenses estão hospitalizados, enquanto a Anistia Internacional adverte para o risco de morte de dois deles que estão há 67 dias sem comer e o Hamas ameaça com 'o esperado e o inesperado' se algum deles morrer.
A porta-voz do serviço penitenciário israelense, Sivan Weizman, confirmou neste sábado à Agência Efe que 1,6 mil detentos, de um total de mais de 4,6 mil, estão em greve de fome.
A associação de defesa de prisioneiros palestinos Adamir eleva esse número para mais de dois mil e a organização não-governamental palestina de direitos humanos Al-Haq para 2,6 mil.
Dez deles estão internados no hospital ou na enfermaria da prisão, entre eles o líder da Frente Popular para a Libertação da Palestina, Ahmed Saadat, que tem cerca de 60 anos de idade.
A Anistia Internacional (AI) fez uma chamada urgente porque Bilal Diab e Zaer Halahle, que está há 67 dias sem ingerir alimentos, estão sendo submetidos a um tratamento 'cruel, desumano e degradante' e suas vidas 'correm perigo'.
Na quinta-feira passada, a Corte Suprema de Israel realizou uma audiência para revisar o caso, mas não tomou decisão alguma e Diab desmaiou em pleno tribunal.
Nsse mesmo dia um líder do movimento islamita Hamas, Khalil Haja, advertiu em um comício em Gaza que a greve de fome 'não é um jogo' e pode provocar mortes.
'Se isto acontecer, podem esperar de nós tanto o esperado como o inesperado', ameaçou.
A Jihad Islâmica também antecipou que romperá sua trégua de fato com Israel se algum dos prisioneiros em greve de fome morrer.
Salvo os citados casos isolados, a greve de fome em massa começou no último dia 17 de abril.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados