Aguarde...
Estados Unidos Por que o mês de maio tem tirado o sono de Barack Obama
AlemanhaSe eleições fossem hoje, Merkel não teria maioria
BancosUE terá troca automática de informações, diz Angela Merkel
GréciaViolência abre debate sobre proibição do partido neonazista
AcidentesEmbaixador brasileiro está na Turquia para repatriar corpos
CatólicosVaticano é parceiro confiável contra a lavagem de dinheiro
Valérie Trierweiler: 'Pense nesses filmes nos quais o telespectador entra e se torna ator. É um pouco a mesma sensação'
São Paulo - Não são apenas o agora ex-presidente da França Nicolas Sarkozy e o recém-empossado François Hollande que têm imagens públicas (totalmente) opostas. Suas respectivas mulheres também não compartilham nada em comum a não ser a passagem pelo cargo de primeira-dama.
À atual, Valérie Trierweiler, conhecida pelo temperamento forte e mau humor, é conferido o apelido de rottweiler - sim, em alusão ao cão de guarda inteligente, bravo e com uma mordida extremamente poderosa. Referência que lhe cai como uma luva já que, reza a lenda, ela teria estapeado um colega de trabalho por causa de uma piada sexista. E esse é apenas um dos fatos que endossam a comparação.
Por outro lado - e para seguir na linha canina - Carla Bruni faz mais o gênero maltês, o típico "cachorro de colo", considerado carente e relutante ao adestramento, mas com uma aparência encantadora. Formada pela Sorbonne em História e Ciência Política, Valérie seguiu carreira no jornalismo e faz questão de ser politicamente ativa. Já a ex-modelo e cantora não se importa de fazer confidências à imprensa e prefere falar do seu gosto por telenovelas.
"Carla Bruni é muito distante da política. Ela é vista como uma burra arrebatadora [o entrevistado usa a expressão Une Ravissante Idiote, nome original do filme As Malícias do Amor, estrelado por Brigitte Bardot em 1964]. Já Valérie Trierweiler é bem informada e engajada", destaca o sociólogo Michel Crespy, professor da Universidade de Montpellier, na França. Para ele, o papel de Carla no governo Sarkozy limitava-se a acalmar e encorajar o marido.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados