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Julian Assange, fundador do WikiLeaks, discursa na varanda da embaixada do Equador em Londres: Grã-Bretanha disse estar determinada a extraditar o ex-hacker para a Suécia
Quito - As conversas entre o Equador e a Grã-Bretanha sobre o destino de Julian Assange, o fundador do WikiLeaks, foram retomadas, e o governo equatoriano disse na quarta-feira que está otimista com um acordo que evitaria que Assange fosse extraditado aos Estados Unidos.
Assange está escondido na embaixada do Equador em Londres há mais de dois meses, tentando evitar ser enviado para a Suécia para ser questionado sobre alegações de ataques sexuais e estupro. Com isso, provocou um impasse diplomático que agora parece estar sendo amenizado.
"Estou convencido de que vamos encontrar uma saída... tenho esperança porque o clima global que o caso Julian Assange está gerando vai nos ajudar a encontrar uma saída", disse o ministro equatoriano das Relações Exteriores, Ricardo Patino, em entrevista à Reuters em Quito, confirmando que as conversas haviam sido retomadas em Londres na quarta-feira.
A Grã-Bretanha disse estar determinada a extraditar o ex-hacker para a Suécia, e que o australiano de 41 anos será preso se colocar os pés para fora do prédio da embaixada.
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