Aguarde...
EconomiaChina e Suíça assinam acordo de livre comércio
DireitosUcrânia realiza 1ª parada gay sob forte esquema de segurança
RegulaçãoUnião bancária europeia deve começar com todos países
Assombrações?Mudança atrasada de premiê japonês gera boato sobre fantasma
LutaPrimeiro "mártir" vítima da máfia siciliana é beatificado
Hotéis de luxoRepública Dominicana apostam em turistas brasileiros
MarAvião cai na República Dominicana e ocupantes saem ilesos
RaridadeAmericano compra casa e encontra gibi de mais de US$ 100 mil
BarbadosMorre, aos 113 anos, o segundo homem mais velho do mundo
DrogasPrefeito de Toronto diz que não fumou crack nem é viciado
Em Moscou, há propagandas de Putin por todo lado. Permanecem expostos pouquíssimos anúncios do candidato Gennadi Zyuganov, o segundo colocado
Moscou - O último ato do teatro iniciado por Vladimir Putin e Dmitri Medvedev em 2007 será concluído hoje. O ex-presidente e atual primeiro-ministro deve vencer as eleições presidenciais e voltar para o seu terceiro mandato no Kremlin. A vitória de Putin é dada como certa até mesmo por seus rivais.
Analistas apostam que o premiê não correrá o risco de disputar um segundo turno - algo que poderia prejudicar ainda mais a sua imagem, já danificada por três meses de protestos nas ruas. Para ser consagrado na primeira etapa, Putin precisa receber mais de 50% dos votos.
Cerca de 6 mil policiais foram realocados de todo o país para fazer a segurança da capital. Nas ruas de Moscou, há propagandas de Putin por todo lado. Permanecem expostos pouquíssimos anúncios do candidato do Partido Comunista, Gennadi Zyuganov, o segundo colocado, com entre 15% e 20% nas pesquisas. O nacionalista Vladimir Jirinovski, o milionário independente Mikhail Prokhorov e o social-democrata Sergei Mironov não têm nem 10% das intenções de voto.
Os cidadãos comuns desconversam quando o assunto é a eleição ou o futuro presidente. O voto não é obrigatório e os dois lados da disputa incentivam o comparecimento hoje: enquanto a mídia e os serviços públicos pedem a presença do eleitorado, os críticos do governo ressaltam que é uma chance de mostrar o descontentamento com o atual sistema, mesmo que a eleição seja fraudada. A prefeitura tenta conter manifestações, mas autorizou um pequeno protesto de 10 mil pessoas amanhã, independentemente do resultado da votação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados