Aguarde...
GenocídioCorte da Guatemala anula sentença contra Ríos Montt
BolíviaÉ sancionada lei que permite Morales disputar 3ª reeleição
DiplomaciaObama se reúne com presidente chinês em junho nos EUA
Projeto de leiCasamento gay volta a ser discutido no parlamento britânico
CapadóciaTrês brasileiras morrem em acidente de balão na Turquia
DiplomaciaObama encontrará presidente da China em junho na Califórnia
Dentro do chavismoGravação sobre suposta conspiração contra Maduro é divulgada
AlascaCorte dos EUA rejeita caso ligado a aquecimento global
Por telefoneObama mostra ao Líbano preocupação sobre Hezbollah na Síria
Palestina: Egito reabriu a fronteira com Gaza por dois dias; foi a primeira abertura desde o ataque que deixou 16 mortos no Sinai
Jerusalém/Cairo - O Egito reabriu temporariamente nesta sexta-feira a fronteira do país com Gaza pela primeira vez desde domingo passado, quando um ataque no Sinai causou a morte de 16 membros das forças de segurança egípcias, informou o diretor de fronteiras da Faixa, Mahir Abu Sabha.
Em entrevista à agência palestina "Maan", Sabha disse que a fronteira estará aberta até sábado, quando voltará a ser fechada. Não há previsão para a reabertura definitiva da fronteira na cidade de Rafah.
Até sábado, Rafah "estará aberto a todos os viajantes", confirmou Sabha.
A agência estatal egípcia de notícias "Mena" anunciou, por outro lado, que a reabertura tem como único objetivo permitir o retorno de alguns palestinos que se encontravam no lado egípcio para Gaza.
Vários palestinos que voltavam da Arábia Saudita e outras pessoas procedentes de diversos lugares tinham expressado o desejo de retornar a Gaza, e por isso as autoridades resolveram abrir a fronteira, segundo a agência.
Após o ataque de domingo passado contra as forças egípcias no Sinai, a passagem de Rafah foi fechada de maneira indefinida e só é aberta para "casos humanitários", acrescentou "Mena".
O chefe do governo do Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh, ligou para o novo chefe interino dos serviços secretos egípcios, Mohammed Shahata, para apresentar suas condolências às famílias dos 16 membros das forças de segurança assassinados no ataque e reiterar que Gaza nada teve a ver com o episódio, segundo a "Maan".
A fronteira, utilizada normalmente por centenas de palestinos, é a única saída dos territórios ocupados que não é controlada por forças israelenses.
O regime de Hosni Mubarak fechou a passagem em 2007. Desde então, a fronteira era aberta pontualmente e apenas delegações oficiais ou casos humanitários podiam atravessar o local, embora no último ano os critérios tenham sido flexibilizados.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados