Aguarde...
PRISMObama tornará público parte de seu programa de espionagem
PolíticaBan Ki-moon pede à China maior papel diplomático
AlimentosBanco Mundial teme dificuldades devido aquecimento global
IstambulPraça Taksim volta à normalidade
PrisãoMéxico captura um dos 10 criminosos mais procurados pelo FBI
NegociaçõesObama vai propor redução das armas nucleares de EUA e Rússia
AcordoAfeganistão suspende negociações de segurança com EUA
Assembléia Geral anual da ONU: 12 países votaram contra e 31 se abstiveram, entre eles o Equador
Nações Unidas - Cuba, Venezuela, Bolívia e Nicarágua votaram nesta sexta-feira contra uma resolução de condenação ao regime sírio na Assembleia Geral da ONU por considerar o texto ''desequilibrado'' e uma ingerência nos assuntos internos da Síria.
A Assembleia Geral aprovou por grande maioria uma resolução de condenação ao regime de Bashar al Assad, com apoio de 133 países, incluindo a maioria das nações latino-americanas. No entanto 12 países votaram contra e 31 se abstiveram, entre eles o Equador.
O embaixador de Cuba na ONU, Pedro Núñez Mosquera, disse em seu discurso antes de votar que a resolução é ''desequilibrada'' porque pode ''abrir a porta para uma intervenção estrangeira'' da qual ''já tivemos experiência em passado recente''.
''Precisamos do fim de todos os atos de violência, dos massacres e também dos atos terroristas que tiram vidas inocentes na Síria, por isso é necessário deter a transferência de armas e dinheiro aos grupos insurgentes'', acrescentou.
O diplomata cubano responsabilizou por tais práticas os ''Estados Unidos e seus aliados europeus'', que contam com ''políticas dedicadas a mudar regimes'' que traduzem seu objetivo de ''derrotar pela força governos soberanos''.
Cuba também acusou de ''manipulação'' o ''império midiático ocidental'' que cobre o conflito na Síria, segundo disse o embaixador, ''com propósitos políticos que incitam um brutal banho de sangue''.
Por sua vez, o embaixador da Venezuela na ONU, Jorge Valero, disse que a resolução não é objetiva e constitui uma intervenção nos assuntos internos de um Estado ''soberano e independente''.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados