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O atual chefe das Farc, Rodrigo Londoño Echeverry, conhecido como Timochenko, em foto de 2008: ''Telesur'' noticiou o suposto acordo entre o governo colombiano e as Farc
Havana - O governo cubano e as embaixadas de Colômbia, Noruega e Venezuela em Havana permaneceram em silêncio absoluto nesta segunda-feira em relação ao suposto acordo assinado em Cuba entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) para iniciar um diálogo de paz em outubro em Oslo.
A única referência oficial ao tema na ilha foi a difusão da notícia no site ''Cubadebate'', um dos meios de comunicação estatais, mas citando apenas os dados divulgados pela ''Telesur'' sem acrescentar nenhum detalhe novo.
Fontes oficiais cubanas disseram ''não ter informação'' sobre a notícia, enquanto a embaixada da Colômbia respondia que não havia nenhum diplomata disponível para atender à imprensa nem agora nem provavelmente nas próximas horas.
Já o primeiro-secretário da delegação diplomática da Noruega, Dag Nagoda, afirmou à Agência Efe não saber nada nem poder confirmar a informação e esclareceu que esses temas são tratados diretamente pelo Ministerio das Relações Exteriores do país escandinavo em Oslo.
Os funcionários da embaixada da Venezuela em Havana também não quiseram pronunciar-se a esse respeito.
O canal ''Telesur'' noticiou hoje o suposto acordo entre o governo colombiano e as Farc e sustentou que o processo começou a ser elaborado em maio, quando as duas partes iniciaram conversas secretas em Cuba com apoio dos governos de Cuba, Venezuela e Noruega.
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