Aguarde...
EconomiaChina e Suíça assinam acordo de livre comércio
DireitosUcrânia realiza 1ª parada gay sob forte esquema de segurança
RegulaçãoUnião bancária europeia deve começar com todos países
Assombrações?Mudança atrasada de premiê japonês gera boato sobre fantasma
LutaPrimeiro "mártir" vítima da máfia siciliana é beatificado
Hotéis de luxoRepública Dominicana apostam em turistas brasileiros
MarAvião cai na República Dominicana e ocupantes saem ilesos
RaridadeAmericano compra casa e encontra gibi de mais de US$ 100 mil
BarbadosMorre, aos 113 anos, o segundo homem mais velho do mundo
DrogasPrefeito de Toronto diz que não fumou crack nem é viciado
Chefe do exército norte-coreano: o governo da Coreia do Sul interpretou as acusações do país vizinho como um reflexo da instabilidade interna do regime comunista
Seul - A Coreia do Norte informou nesta segunda-feira ter detido um grupo de "sabotadores" supostamente recrutados por Coreia do Sul e Estados Unidos para destruir as principais estátuas e monumentos do país comunista.
As pessoas que "se infiltraram e tentaram destruir as estátuas e monumentos sob ordens dos governos de Coreia do Sul e Estados Unidos foram localizadas e detidas há poucos dias", segundo nota assinada pelo Comitê para a Reunificação Pacífica da Coreia, de Pyongyang, e divulgada pela agência estatal norte-coreana "KCNA".
O comitê informou que as pessoas capturadas, entre elas alguns cidadãos norte-coreanos foragidos no Sul, confessaram ter recebido dinheiro de Seul e Washington para participar dos supostos "atos terroristas" e "atividades subversivas e de sabotagem".
"Aqueles que tentarem prejudicar a dignidade" do país "não poderão evitar um castigo severo", diz o comunicado, que classifica o caso como "um caso de terrorismo de grandes proporções" e "uma flagrante violação do direito internacional".
A Coreia do Norte responderá seriamente, advertiu o Comitê, se os Estados Unidos e a Coreia do Sul continuarem a promover este tipo de ataque, supostamente dirigidos a algumas das várias estátuas dedicadas à família Kim, que governa o país desde sua fundação, em 1948.
Por sua vez, um porta-voz de um grupo que apoia os refugiados norte-coreanos no Sul opinou, em entrevista à agência sul-coreana "Yonhap", que dissidentes internos do regime norte-coreano podem ter cometido os supostos ataques.
"Ouvi que alguns soldados da norte-coreanos que desertaram planejaram a demolição de uma estátua de Kim Il-sung (fundador da Coreia do Norte)", disse a fonte.
Já o governo da Coreia do Sul interpretou as acusações do país vizinho como um reflexo da instabilidade interna do regime comunista.
A aparente solidez do regime norte-coreano desde a recente chegada ao poder do jovem líder Kim Jong-un foi questionada hoje por especialistas depois da inesperada destituição, devido a uma suposta "doença", do chefe do Estado-Maior do exército, Ri Yong-ho.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados