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Sírio inspeciona prejuízos após explosão na sede da rádio e televisão síria em Damasco: além disso, o Observatório informou a descoberta de quatro corpos sem identificação e com sinais de tortura em estrada
Cairo - O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que mais de cem pessoas morreram nesta quinta-feira no país durante os bombardeios das forças leais ao regime sírio e em enfrentamentos com os rebeldes em diversas regiões da Síria.
Em comunicado, a ONG indicou que a maioria das vítimas estava nas províncias de Alepo, Idlib e nos subúrbios de Damasco.
No bairro de Salahedin, na cidade de Alepo, nove combatentes do insurgente Exército Livre Sírio (ELS) morreram, entre eles dois chefes de suas brigadas, durante os enfrentamentos com as tropas do governo, que obrigaram os rebeldes a se retirar.
Outras seis vítimas, entre elas duas crianças, foram atingidas por bombardeios nas áreas de Al Maadi, Al Izaa, Al Magair e Bustan al Qasr, também em Alepo, informou o Observatório.
Nove membros do ELS foram mortos em combates com as forças governamentais na cidade de Kafr Nabal, na província de Idlib, próxima à fronteira turca.
A mesma organização opositora denunciou que 11 civis morreram nos contínuos bombardeios sobre as aldeias de Menin e El Tel, nos subúrbios rurais de Damasco.
Além disso, o Observatório informou a descoberta de quatro corpos sem identificação e com sinais de tortura na estrada que une Damasco à província de Deraa.
Por último, a ONG informou que as forças do regime perderam pelo menos 31 soldados, entre eles um oficial, pela explosão de artefatos e combates nas províncias de Alepo, Idlib, Deir ez Zor e nos subúrbios de Damasco.
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