Aguarde...
ConflitoG8 defende conferência de paz urgente sobre a Síria
EspionagemGoogle pede a tribunal dos EUA para publicar dados
PílulaCom recall no exterior, Cilest não é vendido no Brasil
PazEUA vão se reunir com Taleban para falar sobre Afeganistão
VazamentoJulgamento de Manning em recesso de uma semana
EsforçosPutin impede tentativa do G8 de derrubar Assad
JustiçaJustiça italiana pede julgamento sobre Operação Condor
ArgentinaEstádio mudará de nome em homenagem a Cristina Kirchner
ProfissionaisCuba quer aumentar exportação de médicos
De acordo com reportagens publicadas no final do ano passado, Pimentel teria obtido 2 milhões de reais em serviços de consultoria
Brasília - A Comissão de Ética Pública da Presidência da República pediu, nesta segunda-feira, explicações ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, sobre consultorias prestadas por sua empresa.
O ministro tem dez dias para prestar as informações, contados a partir do momento em que for oficialmente comunicado o pedido, decidido pelo voto de desempate do presidente da Comissão, Sepúlveda Pertence.
"Decidiu-se, pelo meu voto de minerva, encaminhar o pedido de informações, esclarecimentos ao ministro", disse o presidente.
De acordo com reportagens publicadas no final do ano passado, Pimentel teria obtido 2 milhões de reais em serviços de consultoria de sua empresa entre 2009 e 2010, período em que já havia deixado a Prefeitura de Belo Horizonte e antes de assumir o ministério no governo da presidente Dilma Rousseff.
Uma das empresas que contrataram a consultoria teria obtido um contrato com a Prefeitura de Belo Horizonte após Pimentel deixar o cargo.
Segundo Pertence, a Comissão de Ética só decidirá se haverá abertura de procedimento sobre as denúncias contra o ministro após a entrega das informações.
"Sem fazer nenhum juízo de mérito por ora sobre as acusações correntes ao ministro do desenvolvimento, resolvemos dar-lhe a oportunidade de se manifestar para que então possamos ajuizar se existe essa situação excepcional em que se justificaria a abertura de um processo de ética, embora os fatos veiculados sejam todos eles anteriores à sua posse no ministério", afirmou o presidente.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados