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Farc | 03/09/2012 18:34

Combates na Colômbia deixam sete guerrilheiros mortos

Pinzón reiterou há uma semana, quando Juan Manuel Santos confirmou que teve'conversas com as Farc, que a polícia seguirá combatendo grupos armados ilegais

Carlos Villalon/Karl Penhaul/AFP

Farc

Os combates acontecem uma semana depois do governo e das Farc iniciarem um diálogo

Bogotá - Sete membros das Forças Armadas Revolucionárias (Farc) morreram e cinco foram capturados nesta segunda-feira em combates no centro da Colômbia, informou o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón, que afirmou que o exército seguirá lutando contra o ''terrorismo''.

''Na medida em que os grupos armados sigam insistindo em implantar o terrorismo na Colômbia, a polícia continuará combatendo qualquer organização que vá contra os interesses colombianos'', disse o ministro.

Pinzón reiterou há uma semana, quando o presidente Juan Manuel Santos confirmou que teve ''conversas'' com as Farc em busca da paz, que a polícia seguirá combatendo grupos armados ilegais que desenvolvam ''atividades terroristas ou criminosas''.

Pinzón disse que um dos cinco capturados na operação militar na madrugada desta segunda-feira, no município de Puerto Concordia, no centro do país, foi ferido e atendido por enfermeiros do exército.

Os combates acontecem uma semana depois do governo e das Farc iniciarem um diálogo com o objetivo de colocar um ponto final em 50 anos de conflito armado, e espera-se que as conversas evoluam no início do próximo mês em uma reunião que será realizada na Noruega, país que ao lado de Cuba atuará como mediador do processo.

Pinzón disse que no último fim de semana as Forças Armadas também enfrentaram a unidade de Teófilo Forero, considerada uma divisão de elite dentro das Farc, no departamento do Caquetá, no sul do país.

Nesta operação, três combatentes foram mortos e outros dois foram detidos, sendo que um deles ficou ferido. Ainda durante a atividade, as autoridades colombianas apreenderam armas e equipamentos de comunicação usados pela organização.

O presidente da Colômbia manifestou seu desejo de acabar com o conflito chegando a um acordo com as Farc, enquanto o líder máximo da guerrilha, Rodrigo Londoño Echeverri, conhecido como Timochenko, assegurou que dialogará ''sem rancor ou arrogância''.

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