Aguarde...
EconomiaChina e Suíça assinam acordo de livre comércio
DireitosUcrânia realiza 1ª parada gay sob forte esquema de segurança
RegulaçãoUnião bancária europeia deve começar com todos países
Assombrações?Mudança atrasada de premiê japonês gera boato sobre fantasma
LutaPrimeiro "mártir" vítima da máfia siciliana é beatificado
Hotéis de luxoRepública Dominicana apostam em turistas brasileiros
MarAvião cai na República Dominicana e ocupantes saem ilesos
RaridadeAmericano compra casa e encontra gibi de mais de US$ 100 mil
BarbadosMorre, aos 113 anos, o segundo homem mais velho do mundo
DrogasPrefeito de Toronto diz que não fumou crack nem é viciado
O líder das Farc: mais cedo, o governo cubano convocou a imprensa estrangeira para uma entrevista coletiva do grupo guerrilheiro
O governo colombiano e o grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) assinaram um roteiro para dar início a negociações formais de paz, anunciou na tarde desta terça-feira o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, em pronunciamento à nação.
De acordo com ele, o diálogo transcorrerá sem que haja um cessar-fogo entre as partes e não incluirá a concessão de zona desmilitarizada aos rebeldes, como ocorreu em um processo de paz anterior e que acabou por resultar em um acirramento do conflito iniciado há quase meio século na Colômbia.
"Este acordo ainda não é a paz. Trata-se de um caminho" para se chegar a um acordo definitivo, declarou Santos aos colombianos. "Se não houver avanços, obviamente não continuaremos conversando."
As negociações transcorrerão fora da Colômbia, prosseguiu o presidente. A primeira parte do processo ocorrerá em Oslo na primeira quinzena de outubro. Depois, o diálogo prosseguirá em Havana.
Mais cedo, o governo cubano convocou a imprensa estrangeira para uma entrevista coletiva do grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na tarde de hoje em Havana. A expectativa é de que a guerrilha anuncie formalmente sua adesão ao processo de paz.
Na semana passada, Juan Manuel Santos havia revelado a existência de negociações preliminares para o fim do conflito de quase meio século entre o governo e a guerrilha e antecipou que o diálogo prosseguiria em outubro na Noruega e depois em Cuba. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados