Aguarde...
Estados Unidos Por que o mês de maio tem tirado o sono de Barack Obama
AlemanhaSe eleições fossem hoje, Merkel não teria maioria
BancosUE terá troca automática de informações, diz Angela Merkel
GréciaViolência abre debate sobre proibição do partido neonazista
AcidentesEmbaixador brasileiro está na Turquia para repatriar corpos
CatólicosVaticano é parceiro confiável contra a lavagem de dinheiro
Segundo Mazzeo, o tipo de piada feita por Felipe Hamachi não tem crítica, como “necessita” o humor
São Paulo - Depois da falta de graça do comediante Rafinha Bastos no ano passado, que, entre outras coisas, disse que "comeria" a cantora Wanessa, então grávida, e seu filho, 2012 já tem um caso de falso humor para debater.
Na última segunda-feira, um espetáculo chamado Proibidão, na Kitsch Club, em São Paulo, terminou com a chegada da polícia, chamada por um músico que se sentiu ofendido por uma “piada” racista.
Raphael Henrique, integrante da banda responsável pelas vinhetas tocadas entre uma apresentação e outra, diz ter se sentido ofendido quando o humorista Felipe Hamachi disse, durante uma piada, que não se pega aids em relações sexuais com macacos, olhando em seguida para ele, que é negro.
A premissa do show de humor era que ninguém se ofendesse com as piadas. Antes de entrar, os espectadores eram obrigados a assinar um termo de compromisso dizendo que não se sentiriam ofendidos durante o show. Os músicos da banda, no entanto, não tiveram de assinar o termo.
O assunto desentocou o humorista global Bruno Mazzeo, que evita se pronunciar sobre temas do tipo. Na manhã desta sexta-feira, ele escreveu no Facebook uma crítica sobre o ocorrido. "Há muito tempo eu vivi calado, mas agora resolvi falar. Os caras do stand up são muito unidos, tanto na hora de falar o que quiserem, como na hora de se revoltar quando sofrem críticas. O termo ‘politicamente incorreto’ virou salvo conduto para se acharem no direito de falar qualquer coisa", escreveu.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados