Aguarde...
CrimesAnistia elogia avanço contra impunidade na América Latina
DesastreVítimas de tornado estão perplexas sobre como sobreviveram
AtaquesEUA reconhecem terem matado 4 americanos no exterior
BombaIrã leva adiante usina nuclear que preocupa Ocidente
BlocoAliança do Pacífico não é retórica, diz chanceler colombiana
Reino UnidoSoldado morto e dois suspeitos feridos em ataque em Londres
DanosPrejuízo de tornado pode ultrapassar US$ 2 bilhões, diz EUA
Política Venezuela aprova crédito para comprar papel higiênico
RelatórioIrã acelera instalação de equipamento nuclear, diz AIEA
PresidenteObama viaja a Oklahoma para inspecionar danos por tornado
Rafael Correa, presidente do Equador: assim como a Bolívia, país também quer integrar Mercosul
Brasília – Depois da Venezuela, o Equador e a Bolívia negociam a incorporação ao Mercosul. As articulações ganharam mais força nos últimos dias após a decisão de a Venezuela integrar o bloco. A ideia é dar mais agilidade às conversas para que em breve equatorianos e bolivianos também façam parte do grupo. Não há definições de datas nem prazos, mas há determinação e empenho políticos, segundo os negociadores.
A cerimônia que oficializa o ingresso da Venezuela no Mercosul ocorrerá hoje pela manhã, no Palácio do Planalto. Depois haverá um almoço no Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty.
Atualmente o Equador e a Bolívia são membros associados, assim como o Chile, a Colômbia e o Peru. São observadores o México e a Nova Zelândia. Os membros plenos são o Brasil, a Argentina, o Uruguai, o Paraguai (que está suspenso até abril de 2013) e, a partir de hoje, a Venezuela.
Por seis anos, a Venezuela negociou a entrada no bloco. A decisão foi tomada em junho quando os presidentes Dilma Rousseff, Cristina Kirchner (Argentina) e José Pepe Mujica (Uruguai) anunciaram a incorporação dos venezuelanos e a suspensão do Paraguai do Mercosul de forma temporária.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados