Aguarde...
NaviosCapitão do Costa Concordia será julgado por homicídio
IraqueDoze pessoas são mortas em bordel de Bagdá
Estados Unidos Por que o mês de maio tem tirado o sono de Barack Obama
AlemanhaSe eleições fossem hoje, Merkel não teria maioria
BancosUE terá troca automática de informações, diz Angela Merkel
GréciaViolência abre debate sobre proibição do partido neonazista
AcidentesEmbaixador brasileiro está na Turquia para repatriar corpos
Garrafa de Coca-cola: Os veículos basearam sua informação em antigas notas sobre o documentário ''Por que o McDonald''s quebrou na Bolívia?''
La Paz - O governo boliviano afirmou nesta quarta-feira que as declarações do chanceler do país, David Choquehuanca, sobre o ''fim'' da Coca-Cola em 21 de dezembro foram ''descontextualizadas'', em meio a versões de veículos que afirmaram que a empresa seria expulsa do país nessa data.
''As declarações do chanceler foram descontextualizadas e não há nada oficial'', disse à Agência Efe a chefe do escritório de comunicação da Chancelaria, Consuelo Ponce.
Em 13 de julho, Choquehuanca anunciou que o governo convidará líderes e grupos indígenas do mundo a comemorar na Bolívia o solstício de verão, em 21 de dezembro, por considerar que esse dia se produzirá ''o fim'' do capitalismo e da Coca-Cola e o começo de um tempo ''de amor'' e ''a cultura da vida''.
''21 de dezembro de 2012 é o fim de egoísmo, da divisão. O 21 de dezembro tem que ser o fim da Coca-Cola, e o começo do mocochinche (refrigerante de pêssego)'', disse então o ministro em um ato no povo de Copacabana, situado à margem do lago Titicaca, que faz fronteira com o território peruano.
Nos últimos dias, a declaração foi interpretada de diversas formas pela imprensa, mas a versão mais divulgada foi que o presidente Evo Morales expulsará a Coca-Cola nessa data, coincidindo com o suposto fim do calendário Maia.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados