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Malásia | 17/03/2014 07:52

Avião desaparecido desceu a 1.500 metros de altitude

O objetivo seria evitar radares

Vinte e seis países participam atualmente das operações de busca do avião: Austrália, Bangladesh, Birmânia, Brunei, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Filipinas, França, Índia, Indonésia, Japão, Cazaquistão, Quirguizistão, Laos, Malásia, Nova Zelândia, Paquistão, Reino Unidos, Rússia, Cingapura, Tailândia, Turquemenistão, Uzbequistão e Vietnã.

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, anunciou hoje que o seu governo reforçou a contribuição nas operações de busca do avião. A Austrália assumirá a responsabilidade de procurar o aparelho em uma vasta parte do Oceano Índico e enviará recursos adicionais de vigilância marítima para ajudar na missão.

O avião transportava 227 passageiros, incluindo sete menores, e uma tripulação de 12 malaios. Entre as possíveis causas do desaparecimento estão as hipóteses de sequestro, terrorismo ou problemas psicológicos ou pessoais de alguém a bordo.

O ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, disse nesse domingo (16) que as últimas palavras recebidas pelo controle aéreo - "Bem, boa noite" [All right, good night] - foram pronunciadas no interior da cabine depois de o sistema de comunicações [Acars - Aircraft Communications Addressing and Reporting System] ter sido deliberadamente desligado. Com informações da Agência Lusa.

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