Aguarde...
Inglaterra Crise faz Scotland Yard mudar para prédio menor
ExplosãoAcidente em fábrica de explosivos na China mata 13 pessoas
ComportamentoAumenta 50% o número de afegãs presas por "crimes morais"
HistóriaCoreia do Sul obrigou mulheres a se prostituir, diz Osaka
LegislaçãoCâmara dos Comuns vota lei sobre casamento gay na Inglaterra
CriseEspanha dará residência a estrangeiros que comprarem casas
DiplomaciaUE quer incluir armados do Hezbollah na lista de terroristas
DiplomaciaCoreia do Norte liberta 16 pescadores chineses
FranciscoVaticano afirma que papa não fez exorcismo, apenas rezou
GolãExército sírio afirma ter destruído veículo israelense
Como eixo central das denúncias da defesa está uma cláusula pela qual se assume que os acusados tiveram acesso à informação confidencial
Washington - A comissão militar de Guantánamo que trata do caso contra os supostos responsáveis dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos atrasou em um dia as audiências de preparação do julgamento, de quarta para quinta-feira, com a tortura e as acusações de censura como principal argumento da defesa.
O atraso aconteceu por problemas na rede de internet da Base Naval da Baía de Guantánamo, e por isso a defesa solicitou o adiamento.
O juiz James L. Pohl, que preside a comissão militar de Guantánamo, aceitou o pedido, que reduz em um dia a duração da sessão prevista. Nestas novas audiências, que acontecerão quase 11 anos depois dos atentados, serão ouvidos os argumentos dos advogados do suposto autor intelectual, Khalid Sheikh Mohammed, e outros quatro cúmplices.
Como eixo central das denúncias da defesa está uma cláusula pela qual se assume que os acusados tiveram acesso à informação confidencial durante seus interrogatórios, o que pode afetar à segurança nacional dos EUA.
Devido a esta condição legal, os advogados da defesa não podem responder a perguntas sobre suas reuniões com os presos de Guantánamo e não estão autorizados a perguntar ou tratar sobre o tempo que pessoas como Sheikh Mohammed passaram em prisões clandestinas da CIA ou sobre seus ideais da Jihad.
O juiz James L. Pohl permitirá que vários grupos pró-direitos civis e meios de comunicação, autodenominados "Press Objectors", apresentem seus argumentos orais.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados