Aguarde...
PrioridadeVenezuela quer normalizar relações com os EUA
TemporárioCoalizão de Netanyahu quer acordo provisório com Palestina
TunísiaManifestante na Tunísia morre em confronto com polícia
ComemoraçãoArgentina vai ter grande festa por 10 anos de kirchnerismo
EspionagemGrampo é inconstitucional, diz Associated Press
Em baixaAprovação de Humala no Peru cai para mínima em 6 meses
PressãoPoliciais egípcios bloqueiam fronteira com Israel
AprovaçãoObama mantém nível de popularidade apesar das polêmicas
Mais umCoreia do Norte dispara outro míssil no Mar do Japão
PentecostePapa alerta Igreja para não se fechar em si mesma
Julian Assange, fundador do WikiLeaks, na capa da revista Time: Assange foi detido em Londres em dezembro de 2010 por ordem da promotoria sueca
Londres - O governo britânico insistiu nesta segunda-feira que não vai conceder um salvo-conduto para Julian Assange viajar ao Equador, e garantiu a tentativa de uma solução diplomática para o conflito.
"De acordo com nossas leis, ao se esgotarem todas as opções de apelação, somos obrigados a extraditá-lo à Suécia. É nossa intenção cumprir essa obrigação", disse o porta-voz do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, em nota oficial.
O premiê garantiu que as conversas com o governo do Equador e outros países continuam, para que se chegue a "uma solução diplomática" ao caso.
O Reino Unido não mudou sua postura em relação ao ativista australiano, e segue decidido a enviá-lo para a Suécia, como é sua "obrigação legal". Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores reforçou hoje à Agência Efe que o Executivo continua empenhado em uma "resolução amigável" com o Equador para resolver uma situação que prejudicou as relações entre os dois países.
Assange, de 41 anos, está refugiado na embaixada equatoriana em Londres desde 19 de junho, quando pediu proteção ao presidente Rafael Correa.
O ativista é acusado por duas mulheres de agressões sexuais na Suécia. Assange sempre negou os supostos crimes e quer evitar sua extradição para o país nórdico, autorizada pela justiça britânica.
Assange acredita que o governo sueco poderá extraditá-lo para os EUA, país mais afetado pelo Wikileaks, e teme que possa ser condenado à pena de morte.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados