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Nos anos 90, ele trabalhou como programador de software livre, em programas codificados para Linux e colaborou no livro "Underground: Tales of Hacking, Madness and Obsession on the Electronic Frontier", de Suelette Dreyfuss (1997), onde expôs sua filosofia de "hacker" de não danificar os sistemas informáticos que invadia.
Em dezembro de 2006, coincidindo com sua saída da Universidade de Melbourne, realizou o lançamento do portal WikiLeaks, com o objetivo de publicar informações filtradas sobre as injustiças de regimes opresores e condutas pouco éticas de países do Ocidente.
A importancia da página aumentou em julho e em outubro de 2010, com a divulgação em vários meios de comunicação e a publicação de milhares de documentos secretos sobre a guerra no Afeganistão e no Iraque.
Em agosto de 2010, Assange foi acusado de estupro e abuso, acusações que ele sempre negou, e por causa disso sua prisão foi decretada.
No dia 7 de dezembro do mesmo ano, Assange se entregou à Scotland Yard em Londres e ingressou em prisão preventiva, embora uma semana depois sua liberdade condicional tenha sido concedida.
Em 24 de fevereiro de 2011, um juiz londrino aprovou sua extradição e, após recorrer a diversas instâncias judiciais, no dia 30 de maio de 2012 a Corte Suprema deu sinal verde para seu envio para a Suécia.
Durante o confinamento de seu fundador no Reino Unido, o WikiLeaks continuou revelando relatórios secretos, como os 251 mil documentos que afetavam a diplomacia americana e outros relativos a empresas de espionagem.
Além disso, desde abril, Assange começou a gravar uma série de entrevistas com personalidades "visionárias" e "revolucionárias" para o canal russo em inglês Rússia Today.
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