As melhores

São Paulo – Melbourne, na Austrália, continua no topo do ranking das melhores cidades para se viver, de acordo com a lista organizada pela Economist Inteligence Unit. Entre as regiões mais desenvolvidas, há pouca mudança no ranking – já que o que está bom, fica difícil de melhorar.

Ao mesmo tempo, planos de austeridade econômica em países europeus dificultou ainda mais projetos de investimentos em infraestrutura nessas cidades, que pouco subiram (mas também não caíram) no ranking. Uma exceção: protestos e instabilidade em Madri fizeram com que a capital espanhola caísse cinco posições, de acordo com o relatório produzido pelo editor da Economist, Jon Copestake.

Para chegar à lista, a EIU avaliou mais de 30 critérios divididos em cinco categorias: estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura. As cidades receberam notas de 0 a 100 em cada um desses quesitos, sendo 1 considerado “intolerável” e 100 “ideal”.

Clique nas fotos e confira a seguir as dez melhores cidades para se viver e mais adiante, as piores.

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