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São Paulo – A cidade de Zurique assumiu, pela primeira vez em 20 anos, o posto de mais cara do mundo para se viver, segundo um estudo bianual elaborado pela Economist Intelligence Unit.
A cidade suíça registrou um aumento de 34% no custo de vida e tomou o primeiro lugar de Tóquio, que figurava no topo na última edição do ranking. Genebra também deu um salto significativo – 30% - e assumiu a terceira posição.
Segundo os responsáveis pelo estudo, o “encarecimento” da Suíça se deve a uma movimentação de investidores buscando a estabilidade do franco suíço como porto seguro em meio às turbulências econômicas na Europa. Apesar da crise, as cidades europeias continuam entre as mais caras do mundo para se viver – 24 das 50 metrópoles mais caras do mundo estão na Europa Ocidental.
Mesmo não estando entre as dez mais caras para se viver, São Paulo ocupou o 28º lugar no ranking, à frente de cidades como Vancouver, Los Angeles, Moscou e Nova York.
O índice é medido em mais de 130 países, utilizando uma cesta de produtos e serviços, que inclui mais de 160 itens, como roupa, moradia e transporte, entre outros.
Clique nas fotos para ver quais são as 10 cidades mais caras do mundo para se viver.
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