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Pessoa tira notas de dólar de caixa: a medida é a última de uma série de controle de câmbio
Buenos Aires – O governo argentino apertou ainda mais o cerco ao dólar, imposto a partir de outubro do ano passado e que afeta também turistas e residentes estrangeiros. A partir de segunda-feira (13), quem viajar da Argentina aos países vizinhos ou da zona do euro só poderá adquirir a moeda desses países com autorização prévia da Receita Federal, que também determina a quantidade que cada viajante poderá levar.
A norma será aplicada também a pessoas físicas e jurídicas estrangeiras que residam na Argentina. O viajante terá que informar à Afip (a Receita Federal local) o destino, os motivos e a duração da estada fora do país. Caso cancele a viagem, terá que reembolsar as divisas estrangeiras adquiridas em cinco dias úteis.
A medida é a última de uma série de controle de câmbio, que começou a ser adotada em outubro passado, para frear a fuga de capitais da Argentina.
“A burocracia é tão grande que tornou-se quase impossível comprar dólar na Argentina”, disse o economista Fausto Spotorno, em entrevista à Agência Brasil. “De certa forma, o cerco serviu para frear a fuga de capitais, mas criou outro problema, o do mercado negro, que não existia, que vende o dólar 30% mais caro do que no mercado oficial”.
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