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Após a formalização do compromisso, espera-se que a UE e o FMI deem sinal verde para que a Grécia receba o sexto lance da ajuda internacional
Atenas - Antonis Samaras, líder da conservadora Nova Democracia (ND), comprometeu-se nesta quarta-feira por escrito com a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) a cumprir as medidas de austeridade acertadas com as duas instituições para que a Grécia continue recebendo ajuda financeira internacional.
Samaras enviou uma carta com sua assinatura para o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, e à diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde.
Os credores da dívida grega exigiam do novo primeiro-ministro, Lucas Papademos, e dos líderes dos três partidos que compõem o governo de coalizão, que se comprometessem por escrito a continuar implementado as reformas mesmo depois das eleições do início do ano que vem.
Até o momento, o político da Nova Democracia se negava a dar esse passo e garantia que sua palavra era suficiente. Samaras também criticava a possibilidade de serem adotados novos cortes de gastos.
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