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São Paulo - Construir um novo estádio para sediar competições internacionais nem sempre é um bom negócio para o país sede. É o que comprova um estudo feito Instituto Dinamarquês para estudos dos Esportes e pela organização Play the Game.
A pesquisa avalia 75 estádios construídos para mega eventos, como a Copa do Mundo, as Olimpíadas, os Jogos Pan-americanos e grandes campeonatos regionais. A medida de sucesso – ou fracasso – é a capacidade de utilizar bem os estádios após os eventos.
O Estádio Olímpico João Havelange – mais conhecido como Engenhão –, erguido para sediar competições dos Jogos Pan-americanos de 2007, foi uma das arenas avaliadas no estudo. A conclusão é de que hoje, com o Maracanã em obras, ele tem um bom aproveitamento. Mas quando a reforma terminar e o estádio passar a sediar apenas os jogos do Botafogo, a coisa muda bastante de figura.
A pesquisa aponta ainda que as reformas e construções estádios para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas – “uma maneira questionável de investir dinheiro público” em um país que ainda tem sérios problemas sociais, na opinião dos autores do estudo - podem deixar outros elefantes brancos na mão do Brasil.
Clique nas fotos para conhecer os cinco estádios com pior retorno para os países que os construíram.
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