Dólar R$ 3,17 0,71%
Euro R$ 3,70 -0,95%
SELIC 9,25% ao ano
Ibovespa 2,05% 70.039 pts
Pontos 70.039
Variação 2,05%
Maior Alta 5,93% CMIG4
Maior Baixa -0,56% MRFG3
Última atualização 22/08/2017 - 11:32 FONTE

Petróleo cai a US$ 82,26 em NY após sessão volátil

Nova York – Os contratos futuros de petróleo fecharam em leve queda em Nova York, após uma sessão volátil. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato para setembro perdeu US$ 0,12 (0,14%), fechando a US$ 82,26 o barril. Na semana, o preço do contrato recuou 3,65%. Já na plataforma ICE, o petróleo do tipo Bent para outubro ganhou US$ 1,63 (1,52%), a US$ 108,62 o barril. No acumulado da semana, a alta é de 0,55%.

O petróleo iniciou a sessão em queda, mas depois passou a subir, acompanhando as Bolsas de Nova York. Pouco mais tarde, quando as Bolsas caíram, o petróleo seguiu o movimento novamente. Os mercados de ações têm sido um importante indicador do sentimento dos investidores sobre a economia, especialmente para os corretores de petróleo, que temem que um crescimento menor do que o esperado possa prejudicar a demanda por combustíveis.

Outro fator que deu certo suporte para o petróleo foi a retração do dólar. A moeda americana caiu para a mínima recorde ante o iene hoje e também perdeu terreno para o euro. Um dólar fraco geralmente é benéfico para os preços do petróleo, que assim se tornam mais baratos para compradores que usam outras moedas.

Outro fator que influenciou o petróleo hoje foi o boato de que o líder da Líbia, Muamar Kadafi, e sua família estariam planejando fugir para a Tunísia. Mais tarde, porém, o ministro do Interior da Tunísia negou que a família de Kadafi estivesse no país. A saída de Kadafi pode ser o primeiro passo para a retomada da exportação de petróleo da Líbia, que produzia cerca de 1,7 milhão de barris por dia antes da guerra civil.

Durante a sessão de hoje, a diferença entre o petróleo WTI, negociado em Nova York, e o Brent, na Europa, atingiu o nível recorde de US$ 26,41. A diferença histórica entre os dois geralmente é de apenas US$ 1, mas gargalos no fornecimento na Europa separaram esses dois mercados nos últimos meses. As informações são da Dow Jones.