Aguarde...
AtivosImpacto de fim do estímulo do Fed sobre AL deve ser breve
Destaques As 10 ações que mais subiram e caíram nesta semana
ConsumoPlanner inicia cobertura de Magazine Luiza com recomendação
CautelaPetróleo fecha em queda em Nova York a US$ 94,15 o barril
ÍndiceIbovespa fecha em leve alta ajudado por construtoras
Wall StreetWall Street tem 1ª perda semanal desde abril, de olho no Fed
AltaDólar ganha 0,3% ante real, ainda com temores sobre Fed
FechamentoPetróleo fecha estável e encerra semana em queda de 2%
SaneamentoAgência consolida classificação da Sabesp em BB+
BolsasAções caem por temores sobre crescimento e estímulo
Rajoy sugeriu, pela primeira vez, que pode consierar requerer ajuda do fundo de resgate da zona do euro a fim de aliviar o aprofundamento da crise financeira na Espanha
Londres - As bolsas europeias se recuperaram da queda de quinta-feira e fecharam em forte alta nesta sexta-feira, com três delas encerrando o pregão nas máximas do dia, depois de o primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, admitir a possibilidade de pedir um pacote de ajuda integral para o país e também sustentadas por indicadores econômicos positivos. O índice Stoxx Europe 600 subiu 2,4% e fechou aos 265,58 pontos. O desempenho de hoje garantiu um ganho de 2,2% na semana, a nona consecutiva de alta.
dAs ações europeias, que já mostravam ganhos significativos após a divulgação de dados fortes nos EUA e na Europa, ampliaram o rali no final do pregão após Rajoy sugerir, pela primeira vez, que pode consierar requerer ajuda do fundo de resgate da zona do euro a fim de aliviar o aprofundamento da crise financeira na Espanha. Recentemente, a União Europeia aprovou um programa de ajuda, de até 100 bilhões de euros, para o setor bancário espanhol.
A Espanha está no foco após o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, dizer ontem que a instituição estava pronta para retomar as compras de bônus soberanos numa tentativa de acalmar os mercados da dívida na região, porém somente após os governos locais solicitarem ajuda e se comprometerem com estritas condições.
Mais cedo, agradaram os investidores os números do mercado de trabalho nos EUA, que criou 163 mil empregos em julho, mais que os 95 mil estimados por economistas consultados pela Dow Jones, e os índices dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços dos EUA, Espanha e zona do euro, que surpreenderam positivamente. A exceção foi o Reino Unido, cujo PMI recuou, sinalizando contração da atividade econômica pela primeira vez em mais de três anos.
O índice de Londres, o FTSE 100, subiu 2,21% e encerrou o pregão aos 5.787,28 pontos, o nível mais alto em três meses. Na semana, o ganho da bolsa inglesa foi de 2,84%. A Aviva, maior seguradora do Reino Unido, liderou os ganhos, com uma alta de 7,4%. Todas as ações do índice, com exceção de duas, avançaram nesta sexta.
Em Paris, o índice CAC-40 fechou na máxima do dia, aos 3.374,19 pontos, 4,38% acima do nível do pregão anterior. As ações do setor financeiro deram um salto, com ganhos para Société Générale (10,3%), BNP Paribas (8,7%) e Crédit Agricole (8%). A AXA, do setor de seguros, subiu 5,1%. Na semana, o índice francês garantiu alta de 2,87%.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados