Aguarde...
AçõesBolsa de Tóquio abre em leve alta
ÍndiceDow Jones volta a fechar praticamente estável
OfertaJBS vai separar Vigor e abrir capital da subsidiária no Brasil
EletricidadeTeles Pires emite R$ 650 milhões em debêntures
ÍndicesBolsas da América Latina fecham em alta
PetróleoBarril do Brent fecha em alta de 1,18%
AçõesIbovespa tem dia de realização de lucros e fecha em baixa
PetróleoBarril do Texas fecha em alta de 1,14%
ShoppingsBR Malls emite R$ 405 milhões em debêntures
BolsaInvestidor embolsa ganho e Bovespa cai 0,46%
Anúncio da capitalização da Petrobras foi feito ontem, em Brasília
São Paulo - O horizonte nublado da capitalização da Petrobras (PETR3); (PETR4), que tinha minado as relações das ações da estatal com os fundamentos e perspectivas da companhia, dissipou-se em parte nesta semana com o anúncio do preço do barril de petróleo a ser utilizado e abriu o caminho para análises mais consistentes do mercado. O valor médio do barril de petróleo dos campos a serem concedidos foi definido em US$ 8,51.
"Acho que está um pouco alto, mas a pressão nas ações deve começar a reduzir e espero que possamos voltar aos fundamentos no próximo mês", afirma Nick Robinson, gestor para a América Latina da Aberdeen Asset Management e segundo maior acionista privado da estatal. A Petrobras deve protocolar amanhã o pedido de análise da oferta de ações na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A meta do governo é a de encerrar todo o processo até o dia 30 de setembro.
Esperamos que sua performance daqui para a frente reflita cada vez menos os ruídos do processo de capitalização e mais o forte momentum de crescimento das operações e resultados, bem como o desconto dos múltiplos em relação às pares, oferecendo raro ponto de entrada, a uma melhor relação de risco versus retorno", explica Max Bueno, analista da Spinelli Corretora. "A conclusão deste processo retirará enorme pressão sobre as ações, permitindo melhores avaliações sobre seu desempenho", afirma em relatório.
"A oferta da Petrobras deverá ocorrer dentro do prazo estimado pela estatal, reduzindo o risco de alavancagem líquida de curto prazo da empresa", diz Andrés Kiruchi, analista da Link Investimento, em nota. Ele lembra, contudo, que apesar do efeito positivo, o sucesso da operação ainda depende do esclarecimento de algumas dúvidas. A estatal ainda não divulgou o laudo técnico da agência DeGolyer and MacNaughton contratado pela Petrobras para avaliar as áreas concedidas. Em comunicado, a empresa disse que divulgará as informações "em breve".
Leia mais sobre Petrobras
Siga as últimas notícias de Mercados no Twitter
Assine a newsletter do Canal de Mercados
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação