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São Paulo O volume financeiro desta sexta-feira (2), ao contrário das outras partidas na Copa do Mundo, não foi o menor giro do ano. Até hoje, os jogos do Brasil tinham afetado diretamente o número de negócios e o volume financeiro na BM&FBovespa. O volume ficou em 3,683 bilhões de reais, acima dos 3,239 bilhões registrados na partida contra o Chile. No primeiro jogo (15 de junho), contra a Coreia do Norte, o giro ficou em 3,7 bilhões de reais. Depois, contra Portugal, o volume recuou para 3,3 bilhões de reais.
A decisão da bolsa de abrir durante os jogos do Brasil contraria a atitude tomada durante os mundiais de 2002 e 2006. Na Copa da Coreia do Sul e do Japão, por exemplo, o pregão do dia 26 de junho só começou às 12h. Naquela data, o Brasil derrotou a Turquia por 1 a 0 na semifinal. Quatro anos depois, na Alemanha, a bolsa chegou a antecipar o fechamento do dia 22 de junho para 15h. Todos tiveram tempo para acompanhar a goleada de 4 a 1 na seleção japonesa.
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