Aguarde...
TemorEstrangeiros têm pouco otimismo sobre ações no Brasil
FechamentoBolsas da Europa fecham sem direção única
BônusBNDES estuda condições de captação, diz Coutinho
CortesGE Capital planeja pagar US$6,5 bi em dividendos para GE
PrédioInquilino devolve sete andares do Fundo Imobiliário Memorial
BolsaBovespa acompanha mercados e abre em queda
PregõesBolsas de NY abrirão de olho na fala do Federal Reserve
CâmbioDólar abre em queda com cotação em baixa no exterior
As ações da Redecard acumulam uma valorização de 18% no ano
São Paulo – Os acionistas da Redecard (RDCD3) aguardavam ansiosos pelo novo relatório de avaliação dos seus papéis com o objetivo de aumentar o valor da oferta lançada pelo Itaú em fevereiro deste ano por 35 reais para cada ação. Mas o resultado não foi o esperado. O laudo publicado pelo Credit Suisse, a pedido dos minoritários liderados pelo Lazard, chegou a uma faixa de preços apenas 1,4% superior à primeira avaliação realizada.
O intervalo estimado pelo CS ficou entre 34,66 reais e 38,12 reais, enquanto que o realizado pela Rothschild & Sons, contratada pelo banco, estimou um valor entre 34,18 reais e 37,59 reais. O Itaú então reiterou a proposta inicial que avalia a segunda maior processadora de cartões de crédito do Brasil em 11,8 bilhões de reais, atrás da Cielo (CIEL3). A maioria dos sete analistas consultados por EXAME.com sugerem a participação na oferta, mas pedem um nível maior de detalhes das relações comerciais entre as empresas.
Confira abaixo um trecho de cada análise:
Excessivamente conservadora
HSBC Global Research - Paulo E. Ribeiro
"Reiteramos nossa classificação de OW para as ações RDCD3, com PA de R$39, com base em um modelo FCD [Fluxo de Caixa Descontado] de oito anos. Acreditamos que a avaliação do CS foi excessivamente conservadora em termos do crescimento do volume de cartões de crédito e débito e quanto à receita financeira gerada pela antecipação de recebíveis".
Não venda!
Santander - Henrique Navarro e Renato Schuetz
“Com essa situação em vista, retornamos a nosso cenário original de que o Itaú não pode arcar com mais um ano de espera, pois seria um tempo excessivamente longo para seus planos de integração. Continuamos a acreditar que, na data do leilão, os investidores terão a oportunidade final para pressionar por um preço ligeiramente mais alto que os R$35,00 por ação. Mantemos nossa posição de “não vender a R$35,00”.
Preço é justo
Deutsche Bank - Mario Pierry , Marcelo Cintra e Tito Labarta
“Acreditamos que os acionistas não têm muitas opções com o preço da oferta a 35 reais dentro do intervalo tanto da Rothschild quanto do Credit Suisse, e continuamos a acreditar que o preço é justo. Esperamos que o acordo seja completado em agosto/setembro, pois o Itaú precisa enviar um esboço do edital para a CVM”.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados