Aguarde...
OperadoraOi tem promessa de dividendos bilionários colocada em risco
CommodityPetróleo opera pressionado por declarações de Bernanke
AgênciaMoody's reavalia nota de risco do Brasil
PregõesChina e Fed derrubam bolsas asiáticas
DestaquesVeja o que importa na agenda do investidor nesta quinta
BolsasTóquio fecha em queda após comentários de Bernanke
Setor financeiroTesouro recompra títulos por instabilidade no mercado
BolsaEike Batista desiste de OPA da CCX por condições do mercado
BolsaIbovespa cai ao menor nível desde abril de 2009 após Fed
BolsasWall Street tem forte queda após declarações de Bernanke
Índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, na Alemanha
Londres - Os títulos espanhóis avançaram e o preço da dívida alemã recuou nesta segunda-feira, uma vez que traders passaram a se focar na perspectiva de uma intervenção do Banco Central Europeu (BCE) em mercados periféricos de títulos para ajudar a conter os custos de empréstimos.
Uma revista alemã noticiou que o BCE estava avaliando determinar patamares de taxas de juros para compras de títulos, o que significa que vai comprar dívida emitida pelos Estados problemáticos da região se suas taxas de juros superarem um prêmio determinando sobre os Bunds (bônus alemães).
A medida sinalizaria aos investidores qual nível de juros o BCE considera apropriado. Isso desestimularia especuladores a elevarem os rendimentos acima do nível determinado pelo banco central, segundo a revista.
Traders disseram que isso ajudou a levar os Bunds futuros para a mínima da sessão de 141,14, queda de 98 pontos-base no dia, além de provocar um rali na dívida espanhola. Os yields de 10 anos da Espanha eram negociados com baixa de 21 pontos-base, a 6,28 por cento.
Entretanto, o volume baixo de negociação exagera os movimentos de preços, e mais detalhes sobre os planos do BCE seriam necessários para que tais movimentos de preços possam ser considerados uma tendência sustentável, disseram participantes do mercado.
"Muitos no mercado ainda teriam dúvidas sobre se o BCE tem a capacidade de fazer isso funcionar. Isso exigiria (que o BCE) garantisse compras ilimitadas, o que eu acho que na verdade não é da competência dele", opinou Elwin de Groot, economista sênior do Rabobank.
O ministro da Economia da Espanha afirmou no sábado que o BCE tem que adotar medidas vigorosas e ilimitadas para comprar dívida soberana.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados