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Pregão da Bovespa: junto com os sinais de retomada há uma piora na percepção sobre o comportamento dos preços
São Paulo - A despeito da relativa aversão ao risco que prevaleceu no exterior, as taxas futuras de juros passaram por um movimento de alta, sobretudo nos vencimentos intermediários e longos, que foi atribuído ao conjunto de sinais da melhora da economia doméstica e ao ajuste de carteiras em função dessa mudança de cenário. Nesta segunda-feira a prévia do IGP-M, a segunda do mês, veio levemente acima da mediana encontrada pelo AE Projeções e houve nova piora das estimativas para o IPCA na Focus. Além disso, a sondagem da Fundação Getúlio Vargas para a indústria apontou melhora da confiança e da utilização da capacidade instalada, o que somou-se aos dados mais positivos do varejo na última semana e ampliou a percepção de que a economia mostra sinais de recuperação.
Assim, ao término da negociação normal na BM&F, a taxa projetada pelo DI janeiro de 2013 (328.240 contratos) estava em 7,31%, de 7,28% no ajuste de sexta-feira. Já a taxa do contrato de juro futuro para janeiro de 2014 (202.160 contratos) marcava 7,92%, de 7,86% na sexta-feira. Entre os longos, o DI janeiro de 2017 (53.765 contratos) subia para 9,36%, de 9,24% no ajuste, enquanto o DI janeiro de 2021, com giro de 2.385 contratos, avançava para 9,99%, de 9,86% na sexta-feira.
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