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Bovespa: entre os longos, o DI janeiro de 2017 indicava 9,38%
São Paulo - Sem o relatório de emprego de julho completo, devido à greve dos servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os investidores em juros ficaram órfãos de uma nova referência para alterar apostas sobre a condução da política monetária e as taxas futuras terminaram o dia perto da estabilidade. Em um ambiente de piora externa, esse comportamento se justifica pela piora das perspectivas de inflação e por alguns recentes indicadores de atividade um pouco melhores. Com isso, as apostas para a reunião de outubro do Comitê de Política Monetária (Copom) seguem divididas entre manutenção da Selic em 7,50%, após o corte de 0,50 ponto porcentual dado como certo para agosto, e nova redução de 0,25 ponto.
Ao término da negociação normal na BM&F, a taxa projetada pelo DI janeiro de 2013 (144.640 contratos) estava em 7,31%, nivelado ao ajuste. Já a taxa do contrato de juro futuro para janeiro de 2014 (187.575 contratos) marcava 7,96%, de 7,93% na quarta-feira. Entre os longos, o DI janeiro de 2017 (69.115 contratos) indicava 9,38%, também igual à véspera, enquanto o DI janeiro de 2021, com giro de 2,435 contratos, apontava 9,97%, de 9,99% no ajuste.
Nesta quinta-feira o IBGE divulgou dados de apenas quatro das seis regiões pesquisadas para a confecção do relatório de emprego. As informações relativas às regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e Salvador ficaram de fora e não foi divulgada taxa de desocupação média do País.
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