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Bovespa | 09/08/2012 17:22

Juros longos sobem, mas preocupação com atividade domina

Ao final da sessão regular da BM&F, a taxa dos contratos futuros de juros com vencimento em janeiro de 2013 marcava 7,27%

Fabrício de Castro, do

Alexandre Battibugli/EXAME.com

Telão da Bovespa

São Paulo - No dia seguinte à divulgação do IPCA, o mercado de renda fixa no Brasil voltou à letargia verificada em sessões anteriores. As taxas dos contratos futuros de juros fecharam em alta nesta quinta-feira nos vencimentos mais longos, aproveitando o relativo viés positivo no exterior durante a manhã, mas a liquidez despencou em relação à quarta-feira. Os juros dos contratos de curto prazo oscilaram em margens estreitas e ficaram próximos dos ajustes anteriores.

Ao final da sessão regular da BM&F, a taxa dos contratos futuros de juros com vencimento em janeiro de 2013 (56.315 contratos) marcava 7,27%, ante o ajuste de 7,28% de ontem. A taxa do DI para janeiro de 2014 (146.770 contratos) estava em 7,77%, ante 7,76% do ajuste anterior. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 (39.335 contratos) tinha taxa de 9,15%, na máxima, ante ajuste de 9,09%, e o DI para janeiro de 2021 (650 contratos) marcava 9,74%, na máxima, de 9,66% do ajuste.

Apesar da alta na ponta longa da curva a termo, a liquidez hoje foi bem menor que a verificada ontem, quando ocorreu a divulgação do IPCA. Na quarta-feira, foram negociados 72.595 contratos para janeiro de 2017 e 5.560 para janeiro de 2021. Na ponta curta, foram negociados 764.815 contratos para janeiro de 2013 e 520.682 para janeiro de 2014 ontem.

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