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Ao final da sessão regular da BM&F, a taxa dos contratos futuros de juros com vencimento em janeiro de 2013 marcava 7,35%, ante o ajuste de 7,34% de sexta-feira
São Paulo - Nem mesmo a aceleração do Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), de 0,69% em junho para 1,52% em julho, conseguiu dar uma direção mais consistente para as taxas dos contratos futuros de juros. Em uma sessão marcada pela baixa liquidez e por certo otimismo no exterior, as taxas dos DIs oscilaram em margens estreitas e encerraram a segunda-feira muito próximas dos ajustes de sexta-feira, em leve alta. Já o relatório Focus, divulgado pela manhã, revelou uma situação incomum: a mediana das expectativas dos economistas que abastecem o boletim já indica uma Selic de 7,25% no fim do ano, enquanto as apostas na curva a termo seguem divididas entre taxa de 7,25% e de 7,00%.
Ao final da sessão regular da BM&F, a taxa dos contratos futuros de juros com vencimento em janeiro de 2013 (21.335 contratos) marcava 7,35%, ante o ajuste de 7,34% de sexta-feira. A taxa do DI para janeiro de 2014 (71.210 contratos) estava em 7,79%, ante 7,78% do ajuste anterior. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 (16.615 contratos) tinha taxa de 9,05%, ante ajuste de 9,02%, e o DI para janeiro de 2021 (5.890 contratos) marcava 9,60%, ante 9,58%.
A baixa liquidez fica clara quando se comparam os dados de hoje com o número de contratos negociados na sexta-feira: 113.042 contratos para janeiro de 2013; 268.384 para janeiro 2014; 40.805 para janeiro de 2017; 8.320 para janeiro 2021.
"O mercado está aguardando alguma notícia mais nova em relação à crise da dívida na Europa", comentou o estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno. Além disso, como é de costume, os investidores ficarão atentos às indicações do Banco Central brasileiro sobre o andamento da política monetária.
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