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Pregão da Bovespa: na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 tinha taxa de 9,04%
São Paulo - Em um dia de agenda esvaziada no Brasil e no exterior, as taxas dos contratos futuros de juros oscilaram em margens estreitas e encerraram a sessão próximas dos ajustes de segunda-feira, em leve baixa. O relativo otimismo na Europa e nos Estados Unidos não foi capaz de dar uma direção mais consistente para os negócios, com os investidores ainda à espera de novidades concretas na zona do euro. Por aqui, os indicadores industriais divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a inflação do IPC também não tiveram força para redefinir posições.
Ao final da sessão regular da BM&F, a taxa dos contratos futuros de juros com vencimento em janeiro de 2013 (150.800 contratos) marcava 7,31%, na mínima, ante o ajuste de 7,35% de segunda-feira. A taxa do DI para janeiro de 2014 (182.515 contratos) estava em 7,77%, ante 7,79% do ajuste anterior. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 (35.260 contratos) tinha taxa de 9,04%, ante ajuste de 9,05%, e o DI para janeiro de 2021 (3.525 contratos) marcava 9,60%, mesma do ajuste anterior. A liquidez, assim como ontem, foi contida. "O mercado está esperando um pouco para ver para onde corre", resumiu o economista-chefe da TOV Corretora, Pedro Paulo Silveira.
Pela manhã, a CNI informou que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria ficou em 80,8% em junho, praticamente estável ante os 80,9% de maio. Já o faturamento real subiu 2,9% em junho ante maio, considerando os dados com ajuste sazonal, e aumentou 2,4% em relação a junho do ano passado.
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