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Ainda que em horário reduzido, as bolsas em Nova York reabrem nesta sexta-feira, voltando a ser referência para os negócios da bolsa brasileira
São Paulo - Em uma sexta-feira de agenda doméstica e internacional fraca, os juros futuros passaram o dia praticamente de lado, apenas com um leve viés de queda nas taxas mais longas. Nem mesmo o rebaixamento, pela Moody's, da classificação de alguns dos maiores bancos do mundo na quinta-feira, quando o mercado já estava fechado, teve força para mover as taxas. E a notícia mais relevante do dia, de que o Banco Central Europeu (BCE) ampliou o leque de produtos que aceitará como garantia para facilitar o acesso aos seus empréstimos, teve mais efeitos sobre os juros internacionais, sobretudo dos países periféricos da Europa, do que sobre o mercado doméstico.
Assim, ao término da negociação normal na BM&F, o DI janeiro de 2013 (64.700 contratos) indicava 7,72%, nivelado ao ajuste. O DI janeiro de 2014, com movimento de 152.930 contratos, marcava 8,05%,idêntico ao da véspera. Entre os longos, a taxa projetada pelo contratos de DI janeiro para 2017 (57.475 contratos) era de 9,46%, de 9,50% ontem, enquanto o juro do DI janeiro de 2021 (1.565 contratos) estava em 10,05%, de 10,06% no ajuste.
A ação do BCE, por sinal, foi quase uma resposta à decisão da Moody's, o que, segundo um operador, pode ter feito as notícias se anularem. Ontem, no fim do dia, a agência de classificação de risco Moody's rebaixou os ratings de 15 bancos com operações globais: Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Morgan Stanley, Royal Bank of Scotland, Barclays, HSBC, Lloyds, BNP Paribas, Crédit Agricole, Societé Générale, Crédit Suisse, UBS, e Deutsche Bank. A alegação foi que tais instituições têm exposição significativa à volatilidade.
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