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Pregão da Bovespa: a taxa do DI para janeiro de 2014 (211.500 contratos) estava em 7,75%
São Paulo - Os contratos futuros de juros oscilaram em margens estreitas ao longo desta terça-feira e fecharam próximos dos ajustes de segunda-feira. A agenda de indicadores esvaziada no Brasil e o otimismo cambiante no exterior deixaram o mercado à mercê dos negócios de ocasião, sem definição consistente de tendência. O foco segue voltado para o restante da semana, que reserva a divulgação de um novo pacote para impulsionar a economia brasileira e o anúncio de dados importantes de atividade.
Ao final da sessão regular da BM&F, a taxa dos contratos futuros de juros com vencimento em janeiro de 2013 (157.800 contratos) marcava 7,25%, na máxima, a mesma do ajuste de ontem. A taxa do DI para janeiro de 2014 (211.500 contratos) estava em 7,75%, também a mesma do ajuste anterior. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 (42.000 contratos) tinha taxa de 9,22%, ante ajuste de 9,20%, e o DI para janeiro de 2021 (810 contratos) marcava 9,85%, de 9,84% do ajuste.
Pela manhã, o otimismo com os dados de atividade divulgados na Alemanha e na França e com as vendas no varejo dos Estados Unidos ajudou a sustentar as bolsas - o que, em tese, trazia um viés de alta para as taxas dos DIs no Brasil. No entanto, os juros chegaram a recuar tanto nos vencimentos curtos quanto nos mais longos, embora o movimento fosse contido. "É um dia atípico, porque internamente não tivemos nenhuma notícia para afetar os juros", comentou o economista-chefe da CM Capital Markets, Darwin Dib. "A volatilidade foi pequena e não dá para dizer que houve uma tendência hoje."
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