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ResultadosBolsas da América Latina fecham com resultados díspares
AltaDólar fecha a R$ 2,05 pela 1ª vez desde dezembro
EnergiaPetróleo recua com atas do Fed e queda nas bolsas dos EUA
PregãoApós sessão volátil, Ibovespa fecha pregão em alta
Wall StreetBolsas de NY caem em dia de volatilidade por temor sobre Fed
TaxasJuros de curto prazo fecham em estabilidade
PapéisPerdas com ações causam constrangimento, diz Petrobras
ÍndiceIbovespa inverte sinal e passa a cair após ata do Fomc
PregõesMaioria das bolsas da Europa fecha em alta após Bernanke
BovespaBanco Espírito Santo corta preço-alvo de ação da HRT
Sede da BM&FBovespa
São Paulo - No mercado futuro de juros, as taxas curtas dão prosseguimento à sinalização de que há mais espaço para cortes da taxa Selic. Neste ponto da curva, a devolução de prêmios teve aceleração durante o período vespertino, acompanhando o recuo das bolsas no exterior.
Os vértices longos mostram leve alta em uma combinação formada por movimento técnico, após o recuo na última semana, e reflexo de alguma apreensão dos agentes financeiros em relação à percepção de que os estímulos à economia possam se transformar, no longo prazo, em pressão inflacionária.
Ao término da negociação normal na BM&F, o DI janeiro de 2013 (280.620 contratos) estava em 7,75%, ante 7,80% do ajuste da sexta-feira, enquanto o DI janeiro de 2014 (270.915 contratos) marcava 8,09%, de 8,14% da sexta. O DI janeiro de 2017, com giro de 66.280 contratos, apontava 9,83%, de 9,70% do ajuste, e o DI janeiro de 2021 (2.220 contratos) indicava 10,47%, de 10,32%.
O declínio das taxas projetadas pelos DIs curtos acompanha, em grande medida, o movimento da última semana guiado pelo IPCA em maio e pela ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Em sua maioria, as taxas curtas embutem probabilidade de um corte de 0,50 ponto porcentual da Selic em julho e um corte residual, possivelmente de 0,25 pp, em agosto.
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