Aguarde...
SaneamentoAgência consolida classificação da Sabesp em BB+
BolsasAções caem por temores sobre crescimento e estímulo
ProgramaNegócio editorial da News Corp iniciará recompra de ações
InvestimentosBofA recomenda imóveis comerciais por incertezas políticas
BolsasCautela de investidor deve levar NY a abrir com perdas
BovespaJuro futuro tem viés de alta com aversão a risco
CâmbioDólar segue ajuste nos EUA e abre em alta
Destaques10 notícias para lidar com os mercados nesta sexta-feira
CommodityPetróleo opera em baixa antes de feriado nos EUA
Dólares americanos: na semana, o dólar tem recuo de 0,05% e, no ano, sobe 8,29%
São Paulo - Em um dia de forte oscilação, o dólar à vista no mercado de balcão fechou em leve alta nesta sexta-feira, na contramão do movimento da divisa ante moedas com elevada correlação com os preços das commodities. O ânimo dos investidores no exterior, com a perspectiva de estímulos à economia por parte dos bancos centrais globais, manteve a moeda em queda na primeira parte da sessão, mas comentários extra-oficiais sobre a possibilidade de não haver rolagem de contratos de swap fizeram a moeda inverter o sinal à tarde, passando a operar entre leves altas e baixas.
Os investidores têm aguardado a rolagem de US$ 4,75 bilhões em contratos de swap cambial, operação que equivale à venda de dólares no mercado futuro, com vencimento em 1º de agosto. No meio da tarde, conversas no mercado davam conta de que o BC teria descartado tal operação, mas a assessoria do banco informou que a eventual rolagem pode ocorrer até o dia 31 de julho. Antes do esclarecimento do BC, agentes financeiros estimavam que a transação poderia ser concluída até 1º de agosto. Vale notar que em 3 de setembro vencem outros US$ 4,45 bilhões e, em 1º outubro, há vencimento de US$ 1,8 bilhão em swaps cambiais.
O dólar à vista fechou a R$ 2,0240 no mercado de balcão, com leve alta de 0,05% nesta sexta-feira. Na máxima, o dólar foi a R$ 2,0280 e chegou a R$ 2,0140 na mínima. Na semana, o dólar tem recuo de 0,05% e, no ano, sobe 8,29%.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados