Aguarde...
Análises O que esperar de 5 ações do setor elétrico na bolsa
PregõesBolsas da Europa refletem cautela com reunião do Fed
MoedasDólar perde força ante o real com fluxo positivo
BolsaEstrangeiros tiram R$ 43,832 mi da Bovespa no dia 17
AçõesMahle Metal Leve é a nova aposta de dividendos do Itaú BBA
BolsasNY focará discursos de Bullard e Dudley na abertura
Ações HRT despenca na bolsa e mercado vê situação "dramática"
PetróleoSantander vê Petrobras mais caro que concorrentes
Em 2013Citi corta estimativa para Ibovespa de 65 mil para 63 mil
Destaques10 notícias para lidar com os mercados nesta terça-feira
Dólar: o avanço do dólar ante o real perdeu parte do fôlego no final do pregão
São Paulo - O dólar abriu com leve valorização e renovou máximas ao longo do dia, acompanhando a piora internacional, mas fechou a R$ 2,022, com alta de 0,30%, abaixo da máxima desta segunda-feira. O avanço do dólar ante o real perdeu parte do fôlego no final do pregão, seguindo uma melhora discreta dos índices acionários no exterior e do Ibovespa, em linha também com o movimento da moeda norte-americana ante divisas de elevada correlação com os preços das commodities.
Em sessão de bolsas em queda, a alta do dólar chegou a ser intensificada pelo giro financeiro reduzido. "Mais cedo, a piora no exterior se refletiu nas máximas do dólar por aqui. Mas as bolsas apresentaram uma melhora lá fora e também aqui. Então, (os investidores) passaram a bater mais no dólar", citou um operador. "Nestes momentos de melhora, (os agentes financeiros) buscam testar as mínimas" do intervalo informal entendido como confortável, entre R$ 2,00 e R$ 2,10.
No mercado de balcão, o dólar foi a R$ 2,030 na máxima e bateu R$ 2,017 na mínima. Na BM&F, a moeda spot fechou em R$ 2,025, com ganho de 0,42% (dado preliminar). O giro financeiro total somava US$ 705,7 milhões perto das 16h30, ganhando um pouco mais de força em relação ao volume registrado em grande parte do dia. Em torno do mesmo horário, o dólar para setembro de 2012 estava cotado R$ 2,030, com ganho de 0,27%.
Os índices acionários ficaram pressionados pelo desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do Japão, que ficou abaixo das expectativas do mercado, ao subir 1,4% no segundo trimestre, com a desaceleração das exportações e sinais de fraqueza da demanda local. O número também conduziu o declínio do iene ante o dólar.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados