Aguarde...
Setor financeiroTesouro recompra títulos por instabilidade no mercado
BolsaEike Batista desiste de OPA da CCX por condições do mercado
BolsaIbovespa cai ao menor nível desde abril de 2009 após Fed
BolsasWall Street tem forte queda após declarações de Bernanke
EnergiaPetróleo nos EUA fecha em baixa; fala de Bernanke pressiona
CâmbioDólar dispara a R$ 2,22 após Bernanke indicar menor estímulo
Taxas futurasJuros longos disparam e fecham nas máximas após Fed
DerivativosCVM questiona JBS por operações nos mercados futuros
CâmbioDólar acelera alta para R$ 2,2 após decisão do Fed
BolsaWall Street cai após comunicado do Fed
A saída, por enquanto, será negociar com outros potenciais parceiros do Brasil ou do exterior
Rio - A Direct Edge entregará formalmente em junho à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de registro para sua operação no Brasil. A informação foi prestada pelo chefe de estratégia corporativa do grupo, Anthony Barchetto, que participou nesta segunda-feira do Rio Investors Day, no Copacabana Palace.
Segundo Barchetto, a Direct Edge poderia implementar seu projeto e dar início à operação de uma nova bolsa de valores no Brasil em nove meses. Entretanto, diante de questões regulatórias em discussão, o processo pode levar mais de um ano. O executivo já admite que as operações só comecem em 2013.
Um dos principais obstáculos para a instalação da Direct Edge no País é o fato de a atual estrutura de clearing ser operada pela concorrente BM&FBovespa. Barchetto afirma que o plano da bolsa americana é ter acesso à câmara de compensação já existente no Brasil.
"Depois isso pode mudar. Por enquanto é o melhor", disse, estimando que o investimento na criação de uma clearing do zero seria de "centenas de milhões de reais".
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados