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CommodityPetróleo recua com baixa demanda de refinarias europeias
PregõesBolsas asiáticas fecham majoritariamente em alta
AberturaBolsas da Europa abrem em direções divergentes
BolsaTóquio fecha no nível mais alto desde dezembro de 2007
AçõesUm ano após IPO, ação do Facebook caiu 31%
ResultadosUm ano após entrar na bolsa, ação do Facebook vale 31% menos
AltaPetróleo sobe pelo 3º dia seguido, ignorando alta do dólar
InvestimentoIFC tem US$2 bi para investir no Brasil e apostará em ações
FechamentoAs 10 ações que mais caíram e subiram na semana
PregãoBovespa fecha semana em alta com dados positivos dos EUA
A Direct Edge pretende operar a partir do Rio de Janeiro
São Paulo – A concorrência entre as bolsas premia os investidores, ressalta a Direct Edge ao avaliar os detalhes de um relatório encomendado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e divulgado nesta segunda-feira sobre os impactos da coexistência de mais de uma plataforma parla negociação de ações no Brasil, cujo mercado hoje é dominado pela BM&FBovespa (BVMF3). A americana é uma das interessadas, além da BATS, em abrir um mercado alternativo no Brasil.
“Há tempos (e o precedente global prova isso) que a concorrência premia os investidores e seus corretores com melhores produtos, menos custos e maior inovação. Esses benefícios, porém, devem ser atingidos evitando a possibilidade de um risco sistêmico ou operacional, permitindo aos clientes a utilização de bolsas concorrentes da forma mais fácil possível”, diz William O’Brien, CEO da Direct Edge.
O' Brien é ex-vice presidente da Nasdaq e comanda os primeiros passos do desembarque no país enquanto não escolhe um presidente para a operação local.
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