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Wall StreetBolsas de NY avançam em sessão volátil
QuedaAções da EBX desabam e arrastam Ibovespa para o vermelho
CâmbioApesar do BC, dólar fecha a R$2,16 pela 1ª vez em 4 anos
Perspectiva negativaFitch afirma rating BBB- da Klabin
DólaresBC anuncia leilão de swap tradicional
Nova YorkÍndices de Wall Street desaceleram alta, atentaos ao Fed
Eike BatistaIbovespa vira e cai, puxado por empresas do grupo EBX
CâmbioDólar ganha 1% ante real e volta a R$2,17, de olho no BC
AquisiçõesGoogle firma acordo para possível emissão de ações classe C
A Direct Edge pretende operar a partir do Rio de Janeiro
São Paulo – A concorrência entre as bolsas premia os investidores, ressalta a Direct Edge ao avaliar os detalhes de um relatório encomendado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e divulgado nesta segunda-feira sobre os impactos da coexistência de mais de uma plataforma parla negociação de ações no Brasil, cujo mercado hoje é dominado pela BM&FBovespa (BVMF3). A americana é uma das interessadas, além da BATS, em abrir um mercado alternativo no Brasil.
“Há tempos (e o precedente global prova isso) que a concorrência premia os investidores e seus corretores com melhores produtos, menos custos e maior inovação. Esses benefícios, porém, devem ser atingidos evitando a possibilidade de um risco sistêmico ou operacional, permitindo aos clientes a utilização de bolsas concorrentes da forma mais fácil possível”, diz William O’Brien, CEO da Direct Edge.
O' Brien é ex-vice presidente da Nasdaq e comanda os primeiros passos do desembarque no país enquanto não escolhe um presidente para a operação local.
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