Aguarde...
CâmbioDólar cai quase 2% após BC realizar swap tradicional
DIExterior pior e ação do BC no dólar fazem juros caírem
MetaisOuro fecha com 3ª queda seguida em NY atento à Grécia
HoldingBrazil Pharma muda precificação de oferta de ações para 21
PanoramaBolsas têm forte queda; BC faz mais um swap e dólar cai
PetroleiraHRT dispara após compra de sonda da Transocean para Namíbia
CâmbioDólar cai mais de 1% ante real após swap tradicional
2012 deverá ser o oposto de 2011, com um possível agravamento da crise no primeiro semestre e uma melhora no segundo
São Paulo - O ano de 2012 deverá ser o oposto de 2011, com um possível agravamento da crise no primeiro semestre e uma melhora no segundo, levando o dólar a fechar o próximo ano em R$ 1,70, disse Nathan Blanche, especialista em câmbio e sócio da Tendências Consultoria Integrada.
“Mesmo com um primeiro semestre de muita volatilidade em 2012, nós não devemos ter um ‘credit crunch’”, disse Blanche hoje em uma entrevista por telefone em São Paulo. “A situação na Europa deverá estar sob controle no segundo semestre”.
O dólar recuava 0,1 por cento às 12:19, para R$ 1,8722, após atingir R$ 1,8864 na máxima do dia. No ano, a alta acumulada é de 11,5 por cento, maior valorização anual desde a crise de 2008, quando a moeda se valorizou 35 por cento.
Blanche disse que os países europeus devem avançar em reformas, permitindo uma redução da intensidade da crise na segunda metade do ano que vem. “Deverá haver uma maior federalização fiscal”.
O consultor disse que também espera um maior crescimento da economia americana em 2012, contribuindo para uma melhora do cenário externo no final do próximo ano.
Segundo Nathan Blanche, o Brasil deverá fechar 2012 com saldo positivo no balanço de pagamentos de US$ 25 bilhões, contra US$ 60 bilhões este ano.
“O fluxo ainda vai ser positivo”, embora menor do que em 2011, disse o consultor. Segundo ele, as commodities devem continuar assegurando o superávit da balança comercial.
Retirada de medidas
Blanche disse que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, poderá retirar parte das medidas adotadas este ano para conter a entrada de recursos externos no País, como o Imposto sobre Operações Financeiras sobre derivativos cambiais.
“Minha premissa é de que o governo vai revogar grande parte das medidas”.
O consultor disse ainda que prevê que a taxa básica de juros fechará 2012 em 9,5 por cento, contra 11 por cento no final deste ano, e que o Brasil crescerá 3,2 por cento. Esta taxa representaria uma aceleração ante a expansão de 2,9 por cento prevista para 2011, de acordo com estimativas dos analistas coletadas na pesquisa Focus do Banco Central.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação
Jose
E, FAZ SENTIDO. O BRASIL DEVERIA CRIAR UM FUNDO SOBERANO PARA CONTER A VALORIZACAO EXCESSIVA DO REAL...
14.01.2012 | Ler comentário completo |