Aguarde...
Destaques As 10 ações que mais subiram e caíram nesta semana
ConsumoPlanner inicia cobertura de Magazine Luiza com recomendação
CautelaPetróleo fecha em queda em Nova York a US$ 94,15 o barril
ÍndiceIbovespa fecha em leve alta ajudado por construtoras
Wall StreetWall Street tem 1ª perda semanal desde abril, de olho no Fed
AltaDólar ganha 0,3% ante real, ainda com temores sobre Fed
FechamentoPetróleo fecha estável e encerra semana em queda de 2%
SaneamentoAgência consolida classificação da Sabesp em BB+
BolsasAções caem por temores sobre crescimento e estímulo
ProgramaNegócio editorial da News Corp iniciará recompra de ações
Na semana passada, o governo alterou regras de remuneração da caderneta de poupança para permitir maiores reduções da taxa Selic
São Paulo - O Banco do Brasil SA, maior banco da América Latina em ativos, chegou a ter a menor cotação em três anos depois que o Banco Santander SA cortou sua recomendação para o equivalente a manter, citando a perspectiva de lucros para a unidade Banco Votorantim.
As ações caíam 1,9% para R$ 22,49 às 14:44. Um fechamento nesse patamar seria o menor desde 19 de dezembro. O Ibovespa caía 0,4% no mesmo horário. Mais cedo a ação chegou a ter o menor preço desde julho de 2009.
Os analistas do Santander, liderados por Boris Molina, reduziram a recomendação do BB, que era equivalente a comprar. “A atual rentabilidade -- ou a falta dela -- no Banco Votorantim é um sinal de alerta para os investidores”, escreveram os analistas em relatório a clientes hoje.
O Banco do Brasil controla 50% do Banco Votorantim, instituição de capital fechado cujo principal negócio é o financiamento de automóveis. A unidade teve um prejuízo de R$ 597 milhões no primeiro trimestre deste ano, depois de informar perdas de R$ 656 milhões no quarto trimestre de 2011, disse o Banco do Brasil no comunicado em que informou o desempenho do primeiro trimestre.
O Banco do Brasil acumula queda de 14 % neste trimestre, terceiro pior desempenho do índice MSCI Brazil/Financials Index, que caiu 18% no mesmo período.
O governo brasileiro tem pressionado o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a reduzir as taxas de juros cobradas aos consumidores para que ganhem participação de mercado dos bancos privados. A presidente Dilma Rousseff mudou sua estratégia de controle da inflação para impulsionar o crescimento da economia através da redução das taxas de juros.
Na semana passada, o governo alterou regras de remuneração da caderneta de poupança para permitir maiores reduções da taxa Selic.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados