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IndicadoresBolsas da AL encerram em baixa, exceto em Bogotá
PetróleoAções da HRT fecham em mínima histórica
ÍndiceIbovespa sobe pelo 3º pregão seguido, de olho no Fed
Taxas futurasTombini repete tom duro e juros terminam estáveis
CâmbioDólar fecha em leve queda ante real após encostar em R$ 2,05
BolsaBM&FBovespa ajusta valor de remuneração a acionistas
Wall StreetDow, S&P renovam máximas após declarações de membros do Fed
Análises O que esperar de 5 ações do setor elétrico na bolsa
DivisasCom Brasil menos atraente, entrada de dólares será menor
PregõesBolsas da Europa refletem cautela com reunião do Fed
Tombini estará em São Paulo
São Paulo - Petrobras, que subiu ontem 4,6%, não tem alta de combustíveis garantida, disse Fazenda. Cosan teve prejuízo maior que esperado. Perda do Panamericano aumentou a R$ 262,5 mi no 2º tri. IPC-Fipe até 7/ago. subiu 0,16%. Agenda traz presidente do BC, Alexandre Tombini, na Anbima, leilão do Tesouro, balanços do BTG, Gafisa e Renner após mercado.
Nos EUA, saem seguro-desemprego, balança e estoques do atacado. À noite na China sai balança. No exterior, euro recua com receios sobre a Europa ofuscando perspectiva de estímulos na China após dados mostrarem desaceleração.
Hoje a coluna de renda fixa mostra que operadores do mercado de renda fixa estão certos de que o Banco Central vai ter que começar a elevar o juro básico até março após as inflação do mês passado ter superado previsões.
Internacional: Euro e cobre recuam; bolsas reduzem alta
Euro recua pelo 3º dia contra dólar após o BCE mostrar deterioração das perspectivas econômicas. Moedas da Noruega, Suíça e Dinamarca lideram perdas.
Pesquisa do ECB com analistas reduziu a previsão de desempenho da Região do Euro para contração de 0,3%, ante estimativa anterior de -0,2%.
Governo dos EUA provavelmente cortará previsão para safra de milho diante da pior seca em pelo menos uma geração, segundo analistas pesquisados pela Bloomberg.
Ações europeias, que subiram nas últimas quatro sessões, reduziram a alta hoje, com a queda do setor de telecomunicações ofuscando as especulações de que os bancos centrais ampliarão os estímulos após dados divulgados na China.
Ações chinesas subiram com sinais de desaceleração da inflação e indústria criando pressão sobre o premiê Wen Jiabao para adotar medidas de estímulo.
IPC China em julho 1,8% X 2,2% junho; est. 1,7%; produção industrial mês/mês 10,3% X 10,5% junho; est. 10,4%.
Cobre recua após dado de produção industrial apontar desaceleração na China, maior consumidor do produto; petróleo perto do nível mais alto em três meses.
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