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Hoje | 13/07/2012 07:48

Agenda do dia tem Dilma e Graça em evento da Petrobras

A presidente Dilma Rousseff e a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, participam de evento da estatal em Maragogipe, na Bahia

Telma Marotto e Felipe Frisch, da

Agência Petrobras/Divulgação

Graça Foster, da Petrobras

Graça Foster é presidente da Petrobras

São Paulo - As ações sobem globalmente após dados econômicos decepcionantes na China alimentarem especulações de que o governo terá que promover mais medidas de estímulo. O petróleo se valoriza também após mais sanções dos Estados Unidos ao Irã.

O governo italiano fez leilão de títulos hoje e o custo de captação caiu mesmo após o rebaixamento da nota de crédito do país pela Moody’s Investors Service.

Hoje a coluna de renda fixa de hoje mostra que a desvalorização do real completa um ano e surpreende até mesmo os analistas que mais acertam em suas previsões.

Internacional: Perspectiva de estímulo na China puxa ações

Ações globais, medidas pelo índice MSCI All-Country World, sobem interrompendo o mais longo período de baixa desde novembro, após dados decepcionantes da economia chinesa alimentarem especulações de que o governo local aumentará seus esforços para estimular crescimento.

Crescimento do PIB da China desacelerou para 7,6% no 2º trimestre, menos que os 7,7% esperado. É o 6º trimestre de desaceleração e o menor nível de expansão em 3 anos.

Ainda na China, produção industrial aumentou em junho menos que no mês anterior, enquanto vendas no varejo também mostraram desaceleração.

Na China, a maioria das ações caiu após os dados decepcionantes da economia.

“O mercado sabe que China está desacelerando e esperamos mais afrouxamento”, disse Daphne Roth, chefe de pesquisa de renda variável do ABN Amro Private Banking em Cingapura. “Eles continuarão a cortar juros. A mudança no motor do crescimento para consume levará tempo”.

Custo de captação da Itália caiu em leilão hoje, horas após Moody’s Investors Service cortar nota de crédito do país em 2 níveis e reiterar perspectiva negativa.

Títulos na Holanda subiram, levando o rendimento abaixo de zero pela primeira vez.

Índices futuros sinalizam abertura em alta em Nova York.

Os títulos americanos caminham para 3ª semana de valorização após dados da China reacenderem receios de crescimento global, aumentando procura por ativos considerados mais seguros.

Petróleo sobe com expectativa de mais estímulos na China e após os EUA anunciarem mais sanções ao Irã.

Cobre tem 3º dia de alta com expectativas de estímulos na China, maior comprador do metal.

Euro caminha para 2ª semana de perda frente ao dólar depois do corte na nota de crédito da Itália aumentando os receios quanto à crise de dívida na região.

Rendimentos dos títulos do Reino Unido, França e Alemanha caem, enquanto sobem na Itália e Espanha.

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