São Paulo - Confira as principais novidades desta terça-feira (19): 

1 - PIB da China tem o pior resultado em 25 anos: o crescimento econômico da China foi de 6,9% em 2015, o menor desde 1990. O número se aproximou da meta de 7% estabelecida pelo governo e da previsão do FMI de crescimento de 6,8%. Para os próximos 5, o governo chinês espera um crescimento mínimo anual de 6,5%.

2 - Ações da Petrobras têm queda histórica e fecham ao nível de 2003: Com a queda no preço do petróleo, as ações preferenciais da Petrobras fecharam a segunda-feira com recuo de 7,16%, valendo R$4,80. Com esse resultado, a Petrobras vale em Bolsa R$ 74,522 bilhões, o que equivale a quase um sétimo do que valia em maio de 2008.

3 - Brasil quer intensificar relações comerciais com o Irã: Com a revogação das sanções econômicas dos Estados Unidos e da União Europeia ao Irã, o governo brasileiro deseja triplicar o comércio com o país em um prazo de cinco anos. No ano passado, o comércio entre Brasil e Irã somou US$ 1,67 bilhão. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, a expectativa é que, ainda no primeiro semestre, ocorra uma reunião dos dois governos em Brasília.

4 - Standard & Poor’s coloca Pão de Açúcar em observação negativa: A agência de classificação de riscos Standard & Poor's colocou o rating 'brAA+' atribuído na Escala Nacional Brasil ao Grupo Pão de Açúcar (Companhia Brasileira de Distribuição - CBD) em "observação negativa" (creditwatch negativo). A ação segue o movimento do rating atribuído ao seu controlador, o grupo francês Casino. A agência considera o varejista como uma uma subsidiária "estrategicamente importante" para Casino. 

5 - Samarco, Vale e BHP aceitam acordo de revitalização do Rio Doce: As três companhias envolvidas no rompimento da Barragem Fundão, em Mariana-MG, pretendem cumprir um acordo judicial junto a União e aos governos de Minas Gerais e do Espírito Santo para recuperar a Bacia do Rio Doce. Ainda hoje haverá uma reunião em Minas Gerais entre os representantes das partes para discutir o assunto. 

6 - Empresas argentinas estão de olho nos ativos da Petrobras: A petroleira tem duas propostas de compra de suas operações na Argentina, a Petrobras Energía S/A. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, a companhia elétrica Pampa ofereceu US$ 1,2 bilhão pela empresa e a estatal YPF(Yacimientos Petrolíferos Fiscales) deu um lance um pouco maior, no valor de US$ 1,5 bilhão.

7 - Presidente do Santander afirma que banco tem obrigação de crescer: Em entrevista exclusiva à Revista EXAME, o novo presidente do banco Santander, Sergio Rial, diz que, sem grandes aquisições para fazer no mercado interno, o banco pretende atuar mais no agronegócio e abrir agências em regiões de pouca presença, como o Centro-Oeste. “Queremos fortalecer a imagem de banco de negócios”, afirma Rial.

8 - Primeira reunião do Copom para definir Selic acontece hoje: A aposta para esta edição é que haja uma alta de 0,5 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A meta para a inflação de 2016 é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para baixo ou para cima. 

9 - Vendas líquidas das Gafisa aumentam 58,8% no último trimestre de 2015: As vendas da construtora totalizaram R$ 482,6 milhões no 4º trimestre do ano passado, o valor sinaliza uma alta de 58,8% na comparação de vendas de todo o ano. Apesar da crise econômica brasileira, a companhia cresceu 60% em relação a 2014 e chegou a R$1,9 bilhão em vendas líquidas.

10 - Cia Hering soma R$ 607,9 milhões de receita bruta: A companhia têxtil Hering fechou o 4º trimestre de 2015 com receita bruta de R$ 607,9 milhões – o resultado representa uma queda de 0,7% na comparação anual, segundo prévia de vendas. As vendas totais da rede Hering Store se retraíram 3,3% último trimestre do ano passado.

Tópicos: Ásia, China, Irã, Mercado financeiro, Petrobras, Empresas, Capitalização da Petrobras, Estatais brasileiras, Petróleo, gás e combustíveis, Empresas brasileiras, Empresas estatais, Empresas abertas, Indústria do petróleo, PIB, Indicadores, Pão de Açúcar, Supermercados, Varejo, Comércio, Empresas francesas, Samarco, Vale, Siderúrgicas, Mineração