Confira as principais novidades do mercado nesta terça-feira (22):

Bolsas europeias abrem em queda com ataques

As principais bolsas europeias abriram em queda nesta terça-feira após o atentado que matou várias pessoas no aeropoto de Bruxelas, na Bélgica. Investidores seguem apreensivos com as ações de companhias aéreas e aeroportos após o ataque terrorista.

PF deflagra Operação Xepa, a 26ª fase da Lava Jato

A Polícia Federal realiza nesta terça-feira a Operação Xepa, 26ª fase da Lava Jato, em São Paulo, em Brasília, no Rio de Janeiro e na Bahia. A etapa é um desdobramento da Acarajé, que atingiu o publicitário João Santana, ex-marqueteiro do PT.

Prejuízo da Petrobras bate recorde em 2015

A Petrobras registrou um prejuízo de R$ 34,84 bilhões em 2015, pressionada pela queda nos preços do petróleo, aumento do risco Brasil e pelas perdas cambiais provocadas pela valorização do real em relação ao dólar no ano passado. A baixa contábil da empresa foi de R$ 49,7 bilhões, e as despesas de juros e perdas cambiais foram de R$ 32,9 bilhões. No ano, a Petrobras realizou investimentos de R$ 76,31 bilhões, volume 12% menor em relação ao ano anterior. O endividamento líquido caiu 5%.

Schahin evita falência com recuperação judicial

Apesar de ser contestado pelos bancos credores, o juiz Marcelo Barbosa Sacramone, homologou o plano de recuperação judicial de 13 empresas do grupo Schahin.  A decisão evita a falência da companhia. A dívida da Schahin, que soma quase R$ 6 bilhões, deve ser paga no prazo de 15 anos. 

BC poderá usar depósitos remunerados dos bancos, diz Barbosa

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, anunciou que o governo vai propor que o Banco Central tenha permissão para receber depósitos remunerados voluntários. A medida seria uma alternativa de política monetária, de controle de liquidez no mercado, além das operações com compromissadas. "Estamos propondo dar um mecanismo adicional para que o BC possa fazer melhor suas operações de política monetária", disse Barbosa.

Governo já prepara ação no STF caso impeachment seja aprovado

Com medo do avanço do processo impeachment na Câmara, a presidente Dilma Rousseff orientou sua equipe jurídica a preparar um recurso ao STF. Segundo a Folha de S. Paulo, o plano é judicializar o processo alegando que ele "não tem base legal" e é "insustentável juridicamente".

Dilma diz ao STF que Moro arriscou soberania nacional

A presidente Dilma Rousseff afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o juiz Sergio Moro colocou em risco a segurança nacional ao divulgar o diálogo que ela teve com o ex-presidente Lula. De acordo com a Folha de S.Paulo, o texto foi assinado pela Advocacia Geral da União (AGU) e pede que o tribunal anule a decisão que deu a publicidade. Em outro texto, presidente também pede anulação da decisão de Gilmar Mendes que suspendeu a posse de Lula como ministro na Casa Civil.

Comissão discute incluir delação de Delcídio em impeachment

Deputados do governo e da oposição discutiram se incluíam ou não a delação premiada do senador Delcídio do Amaral na denúncia que gerou o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O debate se deu na Comissão especial que analisa o tema, e a reunião acabou sem um consenso. A decisão deve ser tomada nesta terça, e pode afetar o prazo para que a presidente apresente sua defesa.

Advogado de Cunha protocola defesa no Conselho de Ética

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apresentou, no início da noite de ontem, no Conselho de Ética da Casa, sua defesa das acusações de quebra de decoro parlamentar. O documento foi protocolado no último dia do prazo, e, a partir desta terça, começa a correr o prazo de 40 dias úteis para a instrução probatória, período em que serão ouvidas testemunhas de defesa de Cunha e as indicadas pelo relator do processo, Marcos Rogério (PDT-RO).

Indústria brasileira tem o pior desempenho global

Com o pior resultado entre as principais economias, a indústria brasileira recuou no quarto trimestre do ano passado 12,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O desempenho ficou bem abaixo da produção mundial, que cresceu 1,9% no período, segundo dados do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

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