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O PIB alemão desacelerou para uma expansão de 0,3% devido ao recuo de investimentos
São Paulo - Aqui está o que você precisa saber.
1- Economia alemã desacelera com queda de investimento. O crescimento econômico da Alemanha desacelerou para 0,3 por cento no segundo trimestre devido a uma forte queda em investimentos, o que se soma a evidências de que não se pode mais depender da maior economia da Europa para tirar a zona do euro de uma forte retração. O Escritório Alemão de Estatísticas confirmou a estimativa preliminar, mostrando que o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha desacelerou de uma expansão de 0,5 por cento no primeiro trimestre, ao passo que o investimento bruto de capital recuou 0,9 por cento, subtraindo 0,2 ponto percentual do crescimento total.
2- PMI da China decepciona e pode haver mais afrouxamento. O setor industrial da China se contraiu em agosto no maior ritmo em nove meses, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compra (PMI), que mostrou queda nas encomendas de exportação e alta de estoques, um sinal de que mais estímulo político pode ser necessário para garantir um avanço do crescimento no segundo semestre.
3- HP tem forte prejuízo após baixa contábil. A HP publicou nesta quarta-feira um prejuízo de 8,85 bilhões de dólares após registrar uma baixa contábil no valor de sua unidade de serviços, principalmente relacionada a sua compra da Electronic Data Systems. A receita da maior fabricante de computadores do mundo caiu 5 por cento para 29,7 bilhões de dólares, pouco abaixo da estimativa média de Wall Street, de 30,1 bilhões de dólares.
4- Bolsas da Ásia fecham em alta e Hong Kong ganha 1,2%. Os fracos números do PMI da China fizeram os mercados asiáticos apresentarem alta nesta quinta-feira. Os dados preliminares de agosto, que vieram abaixo das expectativas, alimentaram as esperanças de que Pequim irá adotar novas medidas de estímulo no curto prazo.
5- Brasil ou México: Quem vai crescer mais? Um relatório publicado pelo Nomura no começo do mês indicou que, em 2022 o México poderá ultrapassar o Brasil como economia número 1 da América Latina. Mais do que copiar a final do futebol das Olimpíadas, se tal fato se concretizar, será a vitória de um país com políticas econômicas liberais e produção de manufaturados sobre um exportador de commodities com governo mais chegado à economia – no caso, o Brasil – segundo o Nomura.
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