Aguarde...
BolsaBM&FBovespa e governo discutem IPO de pequenas empresas
OfertasBM&FBovespa espera R$ 20 bi em IPOs e ofertas em 2013
IPOAções da Smiles sobem 9,2% em estreia na bolsa
IPOsBB Seguridade estreia na bolsa em queda
Bovespa Retomada de IPOs esconde pior queda do Ibovespa
BovespaVolume financeiro de IPOs em 2013 já supera o boom de 2007
IPOsBB Seguridade vende ação a R$ 17 e oferta gira R$ 11,475 bi
IPOsAção da Smiles sai a R$ 21,70, dentro do intervalo esperado
OfertaBB Seguridade e Smiles inauguram retomada de IPOs no Brasil
IPOAlupar estreia na bolsa em queda
A suspensão das operações coincide com o desaquecimento econômico, que faz do Ibovespa o maior perdedor entre os principais índices acionários do mundo
São Paulo - O Brasil tem o segundo maior número de cancelamentos de aberturas de capital entre os países que fazem parte do BRICs. A suspensão das operações coincide com o desaquecimento econômico, que faz do Ibovespa o maior perdedor entre os principais índices acionários do mundo.
Três IPOs foram cancelados no Brasil neste ano, enquanto sete foram anunciados, em comparação a nenhum cancelamento na China e a menos de um terço na Índia, segundo dados da Bloomberg. Na Rússia, apenas uma empresa anunciou sua oferta, enquanto outra cancelou a sua. As empresas brasileiras levantaram R$ 3,88 bilhões em aberturas de capital neste ano, o que representa uma queda de 40 por cento em relação a igual período do ano passado.
A Biosev SA, grupo sucroalcooleiro pertencente à Louis Dreyfus Holding BV, foi a última a cancelar sua oferta citando “incertezas” do mercado. A empresa, com sede em São Paulo, pretendia levantar cerca de R$ 1,14 bilhão para pagar dívidas e expandir a moagem de cana. O Ibovespa acumula queda de 22 por cento desde a máxima atingida neste ano, em 13 de março, em função do agravamento da crise na Europa, da queda dos preços das commodities e da expectativa que a economia brasileira terá seu pior desempenho desde 2009.
“Havia muito ti-ti-ti sobre os IPOs no Brasil, mas o desempenho dos papéis não deu muitos motivos para o investidor continuar apostando no País”, disse Ed Kuczma, que faz parte da gestão do portfolio de US$ 31 bilhões da Van Eck Associates Corp., em entrevista por telefone de Nova York. “O Brasil pode ser um líder na América Latina, mas a China é um líder mundial.”
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados